O Partido Socialista de Ílhavo assume que vai manter perante a AD o mesmo comportamento assumido com a governação do movimento independente durante 4 anos.
Eduardo Conde, novo líder concelhio do PS, recorda que foram raros os votos contra em respeito pela decisão dos eleitores.
Deixa claro que há pontos de contacto entre programas que podem facilitar a aprovação de planos e orçamentos.
Do movimento independente “Unir para Fazer” chega a afirmação de que os votos a favor ou contra serão sempre um caminho de liberdade.
Pinto Reis entende que as abstenções nem sempre são a melhor resposta perante os desafios que se colocam à governação.
Afirma-se preparado para aprovar o que entender como positivo e votar contra medidas que revelem faltas de coerência.
A linha vermelha estará na “coerência” deixando como exemplo a repercussão da subida de tarifas do lixo que os partidos recusaram no mandato anterior, o cumprimento do programa da AD e eventuais contradições com o programa do UpF.
E deixa claro que o mandato que termina, não sendo perfeito acabou por merecer a aprovação de uma fatia significativa do eleitorado que deve continuar a ser ouvido e respeitado.
Sérgio Louro, do Chega, resume tudo a uma questão de bom senso.
O vogal do Chega na Assembleia Municipal de Ílhavo defende que se trata de respeitar quem foi eleito para Governar, tal como aconteceu durante o mandato que está a terminar.
Carlos Pedro Ferreira acredita que sendo um exercício desafiante, governar em situação de “consenso” pode fazer de Ílhavo um caso de estudo em Portugal.
Apoiante direto da candidatura de Rui Dias, diz que o futuro é feito de diálogo e “mente aberta” para encontrar as soluções consensuais (com áudio)
O debate no programa “Discurso Direto” na análise aos resultados eleitorais.