O presidente da UGT Aveiro refere que o dia é de deixar sinal sobre um pacote laboral “indigno, execrável e portador de uma ideologia de escravidão”.
Apesar de formalmente a central sindical não surgir associada à marcação da greve, Eduardo Conde afirma que é necessário marcar posição.
Em nota divulgada esta quarta-feira, nos meios pessoais, o dirigente assumiu estar “com os trabalhadores e com o Trabalho Digno, frontalmente contra uma contrarreforma que mais não é do que a noite dos facas longas, um massacre do Direito do Trabalho e uma tentativa de condenação sumária à precariedade e pobreza”.
Eduardo Conde recusa “passo atrás” nas leis do trabalho.