Augusto Leite vota contra a proposta de fixação de dois Vereadores a tempo inteiro na Câmara da Murtosa.
O eleito do PS e candidato à Câmara nas autárquicas de 2025 não compreende que o gabinete da Presidência “tenha tantos elementos quantos os trabalhadores afetos aos armazéns da autarquia”.
Essa fixação de dois vereadores em regime de permanência, para além do Vice-presidente, que pela lei pode ser indicado sem votação do executivo municipal, não colhe a simpatia do eleito socialista que recusa a possibilidade de existirem quatro elementos a tempo inteiro.
Leite diz que é uma realidade “desnecessária”, mas também “incoerente com as atuais necessidades da população”.
De acordo com o Vereador do PS, a saída de Joaquim Batista e a subida à presidência de Januário Cunha era a oportunidade para adequar a estrutura política à realidade existente na autarquia.
"Não faz sentido manter o número de Vereadores em regime de permanência. A função dos Vereadores é representar a população, não criar uma estrutura política que seja maior do que o necessário".