Diogo Soares Machado em defesa da maioria na questão da renovação da avença de Leonor Barata na gestão da programação cultural em Aveiro.
O vereador do Chega afirma-se convencido que se trata da “melhor opção” assente na “flexibilidade que empresta à gestão e programação do Teatro Aveirense".
Diogo Soares Machado entende que Leonor Barata pode ser “verdadeira mais valia”.
“Um abrir de horizontes desempoeirado e conhecedor, um refrescamento que há muito se esperava e, ao mesmo tempo, um incremento decisivo e estrutural na qualidade e assertividade da programação cultural numa Cidade que está a caminho de recuperar o estatuto de Capitalidade que nunca devia ter perdido, não por decreto ou proclamações inócuas, mas sim pelo que passará a oferecer de distintivo, diferenciador e atractivo”.
Depois das críticas do PS ao modelo encontrado para manter a programadora na posição, o vereador eleito pelo Chega acusa a oposição de insistir em “críticas recorrentes”.
“Quanto ao PS Aveiro e às críticas recorrentes, estafadas, desinspiradas e ao arrepio do que se pratica em mais de 90% dos equipamentos culturais similares em Portugal - incluindo em Municípios governados por Executivos Socialistas - apenas um comentário: críticas construtivas aceitam-se todas, sem excepção, e permitem-nos refletir e crescer com elas; críticas que o são apenas porque sim, dão-nos ainda mais certeza e confiança de que a Câmara e o Município de Aveiro estão no caminho certo”.