O Tribunal da Relação do Porto decide os recursos do caso da grávida da Murtosa no próximo dia 11 de junho.
Correio da Manhã avança a data fixada pelo juiz responsável pela análise dos recursos do Ministério Público e da defesa de Fernando Valente, o homem que foi acusado e absolvido, em primeira instância, pela morte e desaparecimento de Mónica Silva.
Ministério Público e família da grávida apresentaram recurso com pedido de condenação a 25 anos de prisão.
Quanto à defesa pede que seja mantida a absolvição.
Mónica Silva desapareceu sem deixar rasto em 2023, na Murtosa.
Estaria grávida de oito meses e não mais foi encontrada.
A família sempre apontou o dedo a Fernando Valente mas o empresário acabou absolvido por falta de provas.
O MP entende que essa prova indireta não foi suficientemente valorizada.