O Centro Local de Apoio à Integração de Migrantes (CLAIM) foi inaugurado esta sexta-feira, numa cerimónia presidida pelo Secretário de Estado Adjunto da Presidência e Imigração, Rui Armindo Freitas.
O serviço está instalado no edifício de proximidade, Loja do Cidadão de Anadia, assegurando atendimento às quintas e sextas feiras, das 9h00 às 13h00 e das 14h00 às 17h00.
Na ocasião foi assinado o protocolo de cooperação entre a Agência para a Integração, Migrações e Asilo (AIMA) e o Município de Anadia que formalizando a implementação deste novo serviço no concelho.
Na ocasião, o presidente da Câmara Municipal, Jorge Sampaio, considerou que a cerimónia da inauguração é “um ato singelo”, mas “importante” para o Município e para os imigrantes que “escolheram Anadia para viver”.
Jorge Sampaio destacou que “Anadia está adaptar-se a esta globalização do mundo e a querer ser mais global”, sublinhando que o Município reforça assim o seu compromisso com políticas de inclusão, proximidade e integração, promovendo respostas mais eficazes e humanizadas para a população migrante residente no concelho.
O autarca revelou ainda que residem atualmente no concelho cerca de duas mil e quinhentas pessoas de diversas nacionalidades.
“No Agrupamento de Escolas estudam mais de 600 alunos de 43 nacionalidades diferentes e, na Escola Profissional, 180 alunos de 11 nacionalidades”, acrescentou.
O presidente deixou também uma palavra de agradecimento aos responsáveis da AIMA pelo “diálogo” e pela “confiança” demonstrados ao Município para a abertura deste Centro.
Por sua vez, o Secretário de Estado Adjunto da Presidência e Imigração felicitou a iniciativa, sublinhando que “é fundamental que as respostas sejam locais”.
Rui Armindo Freitas desejou “um trabalho frutífero” ao CLAIM de Anadia, manifestando a expectativa de que o centro “seja capaz, ao longo dos próximos tempos, de receber os contributos da AIMA, bem como de sinalizar situações que possam surgir, permitindo uma resposta atempada”.
O CLAIM presta apoio em várias áreas, nomeadamente na regularização documental; reagrupamento familiar; acesso a serviços públicos (saúde, educação, segurança social, entre outros); integração social e cultural; emprego e orientação para o mercado de trabalho; direitos e deveres em Portugal; e encaminhamento para serviços especializados sempre que necessário.