Os partidos da oposição em Vagos não poupam críticas ao poder executivo do PSD nos últimos anos.
O debate sobre Plano e Orçamento colocou em cima da mesa um quadro de austeridade.
As forças da oposição admitem que será necessário ser criterioso e dar prioridade à redução da dívida.
Apelam à maioria liderada por Rui Cruz para cuidar do que é básico como a rede viária que exige manutenção intensiva.
Paulo Branco, do PS, elogia a forma como Rui Cruz assume o passado sem esconder a informação.
Mas lembra que a bandeira é comum e responsabiliza o PSD pela situação financeira da autarquia (com áudio)
Sara Ferreira, do Chega, questiona a autarquia sobre as prioridades de quem não tem muitos meios disponíveis.
Aponta limitações à dinamização das zonas industriais e falta de meios para pavimentar vias.
E deixa reparos à política de mobilidade.
O investimento em festas é outra das notas negativas.
“Estamos a gerir o presente ou a preparar o futuro?” questiona a vogal do Chega.
Maria do Céu Marques, do CDS, não encontra marcas de diferença entre a anterior e a atual governação.
Alega risco de sobreorçamentação e otimismo excessivo quanto à receita.
Pires Plácido, do PSD, reconhece que o Município vai ao “osso” dos munícipes com aumento da carga fiscal.
Avisa que é necessário encontrar formas de fazer crescer a receita.
Apresentou sugestões para a dinamização económica e sugeriu o mercado da habitação como um dos que apresentam maturidade para ajudar a garantir receitas (com áudio)