Vagos: Assembleia Municipal aprovou Plano e orçamento para 2026.

A Assembleia Municipal de Vagos aprovou Plano e orçamento para 2026.

Documento foi aprovado, por maioria, na sessão de 20 de fevereiro.

Orçamento de 29,9 milhões de euros privilegia “reequilíbrio financeiro, proximidade e investimento estruturante”.

Documento totaliza 29.9 milhões de euros, com 23.6 milhões de receita corrente e 6.2 milhões de receita de capital.

Assinala o primeiro orçamento sob a liderança política de Rui Cruz na sua segunda etapa enquanto autarca de Vagos e com ajustamento aos “constrangimentos financeiros” da autarquia.

A nova maioria fala em “dívida vencida elevada”, “encargos com juros significativos” e “compromissos transitados” que obrigam a “reposicionamento”, para “recuperar credibilidade, abrir o mercado municipal a mais concorrência e melhores preços e criar condições para que o investimento volte a ganhar escala”.

Famílias, associações e empresas são os pilares da ação política pensada para “garantir serviços públicos municipais de qualidade, com eficiência, proximidade e sustentabilidade”.

Requalificar a rede viária municipal, de forma faseada, é uma das apostas imediatas.

Rui Cruz assume que pretende reduzir a dívida e o prazo médio de pagamentos, para aliviar juros e recuperar a credibilidade do Município; reduzir custos de contexto e melhorar a eficiência interna; negociar e captar financiamento externo e iniciar um novo ciclo político em 2026.

“A marca política deste orçamento é clara: Vagos não se organiza para cortar, organiza-se para crescer melhor”.

Rui Cruz diz que o esforço não é apenas pedido aos cidadãos mas também à máquina autárquica.

O presidente da Câmara diz que a execução orçamental vai dar sinais e anuncia que é tempo de corte também na duplicação de apoios para eventos (com áudio)