Luís Souto Miranda não altera os planos para Cais do Paraíso e antiga lota e mantém a defesa dos grandes projetos herdados do mandato anterior.
Diz que o faz em nome do desenvolvimento de Aveiro para evitar que a cidade deixa arrastar no tempo a degradação que durante anos tem marcado algumas das zonas nobres da cidade.
O autarca continua sem esclarecer se deduziu contestação à suspensão do Plano de Pormenor do Cais do Paraíso, pedida pelo Ministério Público, no âmbito do processo de investigação que está em curso.
A expressão “saraivada” de processos continua no discurso do autarca que lamenta a judicialização da política.
Entrevistado no programa “Conversas”, Luís Souto admite que essa tem sido a maior dificuldade enfrentada neste início de mandato (com áudio)
O autarca de Aveiro em entrevista ao programa “Conversas” já assumiu que a linha de atuação é para manter.
Continua a defender o Plano de Pormenor do Cais do Paraíso e salienta que a decisão de travar a revogação em Assembleia Municipal foi um sinal político sobre o que pretende para aquela área da cidade (com áudio)
Luís Souto admite que para já não há nem pode haver pedidos de licenciamento para aquela área uma vez que ainda faltam parcelas de terrenos em mãos de privados e do Estado mas assume que está a trabalhar para dar corpo alguns dos mais emblemáticos projetos deixados por Ribau Esteves.
A antiga lota é outro dos temas da agenda.
Souto diz que pretende renegociar com o Governo os termos da cedência de terrenos pelo valor de 6,7 milhões de euros a pagar até 2033 no âmbito do processo de loteamento.
Quanto ao projeto de loteamento, defende o quadro consolidado no concurso de ideias com pequenos ajustamentos para "humanizar" e "criar espaços de fruição pública" (com áudio)