A Câmara de Aveiro não revela qual a estratégia para enfrentar a providência cautelar sobre o pedido da suspensão da eficácia do Plano de Pormenor do Cais do Paraíso.
O tema foi levantado pelo PS que pediu informações sobre a forma como a autarquia está a acompanhar o processo jurídico.
O Ministério Público pediu, no Tribunal Administrativo e Fiscal de Aveiro, a suspensão de eficácia do Plano de Pormenor do Cais do Paraíso.
Luís Souto revela apenas que deu indicação aos advogados do Município para defenderem os interesses do Município mas não explicou qual a forma encontrada para o pedido levantado pelo MP junto do Tribunal Administrativo para uma suspensão preventiva.
Souto afirma que o Município está sob ataque por diversas frentes explicitando que encontra ataques nas vertentes política e judicial.
O autarca fala em “saraivada” contra o PP do Cais do Paraíso (com áudio)
O PS quer saber se a Câmara contesta a providência cautelar mas Luís Souto não revela se há da parte do Município iniciativa de contestar o pedido de suspensão.
As questões da vereadora Paula Urbano Antunes ficaram sem resposta (com áudio)
Da parte do Chega foi avançada a informação de pedido para a chamada do atual e do antigo autarca de Aveiro e de responsáveis pela divisão de planeamento territorial e de gestão urbanística à Assembleia da República para falar sobre o processo do Plano de Pormenor do Cais do Paraíso.
Diogo Machado entende que o presidente da Câmara entra em discurso arriscado quando fala de ataques políticos e judiciais.
Revela que vai procurar, através do grupo Parlamentar, em Lisboa, o que não consegue em Aveiro (com áudio)
O autarca de Aveiro afirma que irá à Assembleia da República mas avisa que não tem mais informação do que a que tem apresentado aos membros do executivo.