O presidente da Câmara de Ílhavo admite vir a criar um fundo municipal para emergências.
Rui Dias diz que as tempestades de fevereiro, e os prejuízos com maior ou menor dimensão, exigem no presente e vão exigir no futuro capacidade de resposta.
Ílhavo não foi dos locais mais atingidos mas o autarca assume que os cenários futuros vão impor uma gestão mais flexível e capaz de ajustar os Planos de Atividades às "urgências" do momento (com áudio)
Ao longo de 15 dias Ílhavo sentiu os efeitos das tempestades com subida dos nível das águas e solos saturados a um nível que há muito não se via.
Numa leitura sobre a resiliência do território, admitiu que no futuro será necessário trabalhar mais as redes de escoamento de águas, conservar estruturas e desobstruir linhas de água, nomeadamente as denominadas "valas" (com áudio).
A resiliência do território às alterações climáticas vai obrigar a investir em medidas preventivas, reabilitação de estruturas e a criar mecanismos de reação.
Rui Dias analisa os efeitos da erosão costeira salientando que o recuo da linha de costa vai continuar a obrigar ao recurso às recargas de areia.
Sem perder de vista modelos alternativos, o autarca diz que vai continuar a dialogar com a Agência Portuguesa do Ambiente para a possibilidade de recorrer a quebra-mares submersos (com áudio)
Declarações do autarca de Ílhavo ao programa “Conversas”.