Luís Montenegro é candidato único à liderança do PSD em eleições marcadas para este sábado.
O primeiro ministro apresenta-se a eleições sem rival, com reeleição garantida.~
Quanto ao 43.º Congresso do partido será realizado nos dias 20 e 21 de junho, em Anadia.
A candidatura apresenta a moção “Trabalhar. Fazer Portugal Maior”.
“Sem eleições no horizonte, é-nos exigida coragem reformista e ambição responsável” pode ler-se na introdução da moção apresentada por Luís Montenegro.
Submetendo-se de novo a sufrágio quatro anos depois de ter sido eleito líder do PSD, Luís Montenegro assume o compromisso “de retribuir a representatividade que o povo” concedeu, “com sentido de futuro, apostando estrategicamente no nosso potencial humano, no nosso património natural, na nossa localização geoestratégica, na inovação e na simplificação”.
A moção garante a continuação “do diálogo político com as oposições e de forma particular com os dois partidos que na oposição têm representação suficiente para viabilizar iniciativas”, mas avisa que “o PSD será fiel ao seu compromisso de não ter uma solução de governo nem com o Chega nem com o Partido Socialista”, vincando que “o sentido do ‘não é não’ com o Chega é o mesmo do ‘não ao bloco central’ com o PS”.