Ílhavo integra oficialmente a Rede Global de Cidades e Comunidades Amigas das Pessoas Idosas.
Estrutura da Organização Mundial da Saúde (OMS) atribui esse reconhecimento internacional "pelo trabalho desenvolvido na promoção da qualidade de vida, do envelhecimento ativo e da participação das pessoas mais velhas".
Esta reconhecimento "representa o culminar de um percurso iniciado em 2018 e o estudo “Ílhavo – Cidade Amiga da Pessoa Idosa”, apresentado publicamente em 2019.
Desde então, o Município tem vindo a consolidar políticas, projetos e respostas orientados para um envelhecimento mais saudável, ativo e participado, como são os casos mais recentes do programa Solidão Zero e Ílhavo Cuida".
A integração na Rede Global foi concretizada através de uma candidatura apresentada à Direção-Geral da Saúde (DGS), num processo que implicou uma análise de planos estratégicos anuais e do trabalho desenvolvido pelo núcleo da Maior Idade do Município de Ílhavo.
Após parecer favorável da DGS, a candidatura seguiu para apreciação da Organização Mundial da Saúde, que confirmou, oficialmente, a adesão da cidade de Ílhavo à Rede Global de Cidades e Comunidades Amigas das Pessoas Idosas.
A autarquia afirma que a integração neste programa global permitirá reforçar a visibilidade internacional do trabalho desenvolvido com a comunidade sénior, partilhar boas práticas com outras cidades e realidades distintas, conhecer experiências e soluções inovadoras e desenvolver novas oportunidades de cooperação.
Constitui, igualmente, uma oportunidade para identificar parcerias e projetos suscetíveis de enquadramento em programas nacionais e europeus de financiamento, investigação e inovação social.
Criada em 2010 pela OMS, a Rede Global de Cidades e Comunidades Amigas das Pessoas Idosas promove a cooperação internacional e a partilha de conhecimento entre territórios que assumem o compromisso de adaptar os seus espaços, serviços e políticas às necessidades de uma população progressivamente mais envelhecida.
A sua metodologia assenta em oito domínios de intervenção: espaços exteriores e edifícios; transportes; habitação; participação social; respeito e inclusão social; participação cívica e emprego; comunicação e informação; e apoio comunitário e serviços de saúde.