Ílhavo: Eduardo Conde assume PS e afirma-se aberto ao diálogo com a AD para viabilizar a governação local.

Eduardo Conde na liderança da concelhia socialista de Ílhavo e à espera de contacto da AD para poder “identificar pontos de convergência entre os projetos políticos” que permita viabilizar a governação em quadro estável.

O Secretariado do Partido Socialista de Ílhavo reuniu e analisou o resultado das autárquicas.

Na consequência da demissão de Sónia Fernandes da presidência da Concelhia de Ílhavo do PS, a liderança da estrutura é assegurada até à conclusão do mandato por Eduardo Conde, o segundo eleito da Comissão Política Concelhia.

Segue os estatutos para encontrar a solução para a crise interna.

Sobre as eleições além de saudar os eleitores pela participação no ato eleitoral, que registou aumento significativo da participação, saúda “todos os autarcas eleitos, e particularmente aqueles a quem caberá liderar a Câmara Municipal e as quatro Juntas de Freguesia”.

Num quadro de maioria relativa, tal como aconteceu no mandato anterior, o PS diz que estará “disponível para servir os munícipes, desta feita enquanto força política de oposição”, “disponíveis para o diálogo que formule soluções de estabilidade governativa na Câmara Municipal e Assembleia Municipal, nas Assembleias de Freguesia da Gafanha da Encarnação e da Gafanha da Nazaré.

“Estamos disponíveis, como estivemos ao longo do mandato em curso, para viabilizar os instrumentos essenciais à instalação dos órgãos e à estabilidade da governação nos órgãos autárquicos em que se verificam situações de maioria relativa. Não bloquearemos a formação e atuação de executivos, mas esperamos das maiorias que encetem processos de diálogo para convergências programáticas na definição de prioridades políticas”, refere a concelhia.

E deixa recado ao movimento independente que passa para a oposição.

“Esperamos que quem teve responsabilidades executivas no mandato que ora finda assuma uma postura tão inequívoca como a nossa, sem ambiguidades, o que ainda não fez. Surpreender-nos-ia que o PS fosse a única força política de oposição concentrada no superior interesse do Município”.