Ílhavo assume que os processos de obras estão ficar com atrasos significativos e admite recorrer a prestação de serviços para ganhar tempo no licenciamento de obras particulares.
A questão foi levantada esta manhã em reunião do executivo camarário de Ílhavo.
O movimento independente Unir para Fazer questionou a nova maioria sobre as queixas em torno de processos que levam até quase meio ano à espera de despacho.
João Semedo, vereador da oposição que passou por funções executivas precisamente no pelouro de obras, questiona a maioria sobre iniciativas para travar o alargamento de prazos (com áudio)
A autarquia admite falta de recursos humanos para suportar o aumento da carga de processos com o regime que veio dinamizar o mercado habitacional.
E deixa claro que há novas competências da divisão que levam a um aumento da carga de trabalho.
Quanto aos recursos humanos, Rui Dias confirmou saída de funcionários e dificuldade para recrutar uma vez que as carreiras na administração pública não são as mais apelativas.
O autarca admite que tem tentado perceber se há expatriados interessados em voltar a Ílhavo.
No dia em que confirmou a entrada de dois profissionais para o setor, Rui Dias anunciou a realização de reunião de trabalho na próxima semana para tentar dar forma à estrutura orgânica do departamento de obras particulares.
E partir dessa base para encontrar soluções que permitam agilizar os processos (com áudio)