Rui Dias afirma que o programa Social Democrata está a ser pensado para "devolver entusiasmo" e "encantar" os ilhavenses.
O candidato da AD admite que os últimos 8 anos na autarquia de Ílhavo, em 4 anos de mandato de Fernando Caçoilo e os quatro liderados por João Campolargo, contribuíram para a desmobilização do eleitorado local e para o desgaste que sente na sociedade civil e na máquina camarária.
Rui Dias entende que a maioria independente não foi capaz de estar à altura das expetativas criadas há quatro anos.
Aponta erros sobretudo no campo da liderança política protagonizada por João Campolargo.
O candidato da AD fala de questões que podem marcar a diferença numa futura gestão autárquica em Ílhavo.
Entende que novos modelos de relacionamento entre Autarquia, Associações e Juntas de Freguesia, e a definição de projetos mobilizadores, são decisivos no relançamento de Ílhavo em várias frentes.
Entrevistado no programa “Conversas” da Terra Nova, o cabeça de lista da Aliança Democrática realça que tal só é possível com candidatos experientes e conhecedores das diferentes realidades locais. (com áudio)
Rui Dias, em entrevista ao programa “Conversas”, salientou como apostas a criação de uma "narrativa" que dê visibilidade aos símbolos do concelho e modernização de estruturas expositivas e uma aposta na esfera intermunicipal para resolver questões que são comuns.
Defende novas formas de comunicar na relação com entidades locais mas também na comunicação institucional.
Sobre o passado de assessor jurídico na autarquia, confessa que a presença nos projetos liderados por Ribau Esteves e Fernando Caçoilo fundamentam um conhecimento que é "decisivo" nessa aposta de relançamento da atividade municipal.
Assumiu o setor da educação como prioridade, em articulação com a pasta de ação social, confirmando Eugénia Pinheiro, ex-diretora do agrupamento de escolas da Gafanha da Nazaré, como possibilidade para ocupar a pasta em caso de vitória eleitoral.