Aveiro: Chega e AD admitem "revolta" pelo atraso na ampliação do hospital. Partidos aproximam posições.

Chega e AD concordam que os 10 anos de arrastamento do processo para a ampliação do hospital de Aveiro estão a causar revolta.

Com o processo preso no concurso para a escolha de gabinete projetista, envolvido em teia jurídica de contestações, a autarquia lamenta que os anos passem sem luz ao fundo do túnel.

Para o Chega, a solução por um novo hospital até foi tema de campanha mas à data de hoje, admite que a prioridade será mesmo garantir a ampliação.

Diogo Soares Machado, vereador eleito pelo Chega, desafia o presidente da Câmara de Aveiro a liderar um movimento que reclame o fim do impasse (com áudio)

A contestação ao concurso paralisou a contratação do gabinete projetista para a obra.

Desde a decisão para a cedência de terrenos do antigo estádio e dos antigos armazéns gerais da autarquia já passaram 10 anos e não há sinais de obra para a qualificação do Hospital.

Luís Souto Miranda admite que se trata de uma causa que gera “revolta” pelo atraso verificado e por estar perdido em processos jurídicos que a lei permite (com áudio)

Chega e AD convergem na necessidade de um esforço de entendimento político que garanta reforço da pressão para fazer avançar o processo de ampliação do hospital Infante D. Pedro.

A aproximação de posições surge poucas horas depois do autarca de Aveiro ter deixado porta aberta a entendimentos com o Chega na vereação.

Em entrevista ao programa “Conversas”, Luís Souto Miranda não fechou a porta a um eventual acordo (com áudio)