Luís Souto Miranda assume esforço diário pela viabilização do projeto do hospital mas admite que enquanto na base dos atrasos estiverem processos de foro judicial é difícil escapar à demora.
Autarca de Aveiro diz que os factos mais recentes responsabilizam a litigância judicial em torno do concurso para a escolha de gabinete projetista pelo arrastamento do processo.
O autarca defende que é difícil superar pela via política algo que está na esfera dos tribunais.
A Assembleia Municipal voltou a levantar a voz sobre os atrasos no processo de ampliação.
Matilde Soares Machado, do Chega, alerta para insuficiências da estrutura que serve cerca de 400 mil aveirenses.
Sem as valências de um hospital central e com interrupções em serviços que deveriam estar garantidos, o Chega diz que o quadro é preocupante (com áudio)
O PS também acentua a necessidade de criar condições para garantir conforto aos profissionais e utentes que se deslocam à zona do hospital.
Romi Aparício fala de acessos congestionados e estacionamento sem condições na zona do antigo estádio e dos armazéns da autarquia.
A deputada socialista entende que deve ser feito esforço de melhoria para atenuar um quadro de fragilidades (com áudio)
O presidente da Câmara de Aveiro assumiu os atrasos e as dificuldades para ver concretizado o investimento de ampliação e qualificação do hospital.
A última década que anunciava compromisso para a obra não tem ainda datas para o arranque da empreitada.
Perdida no concurso para gabinete projetista, é uma obra sofrida que, segundo o autarca de Aveiro, tem nos processos de contestação judicial uma explicação para os atrasos nestes últimos anos (com áudio)
O debate em torno do atrasos na obra de ampliação do Hospital de Aveiro.