Kamishibai Plurilingue....

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Kamishibai Plurilingue....
09.03.2020

Rosa Faneca, Investigadora do CIDTFF da Universidade de Aveiro

Contacto: https://www.ua.pt/en/p/10345362

O meu nome é Rosa Faneca, sou investigadora do CIDTFF, no Departamento de Educação e Psicologia, da Universidade de Aveiro e mais especificamente do grupo de investigação “Linguagens, discursos e identidades”. O projeto “Kamishibai plurilingue” tem por objetivo desenvolver práticas pedagógicas, inovadoras e flexíveis para dar visibilidade às línguas e sensibilizar para a diversidade linguística e cultural; baseia-se numa metodologia específica que é a realização do concurso kamishibai plurilingue.

A palavra kamishibai teve origem no Japão no século VIII e significa literalmente “teatro de papel”. Trata-se de uma ferramenta mágica e criativa que permite, por um lado, contar histórias, fazendo desfilar as pranchas da narrativa num pequeno palco de madeira, o chamado butai e por outro, que as crianças criem e ilustrem as suas próprias histórias coletivamente.

Nas escolas portuguesas os alunos e professores convivem, no seu dia-a-dia, com diferentes línguas e culturas, mas essa diversidade reconhecida pelos docentes é pouco explorada, daí a necessidade de desenvolver projetos que destaquem a riqueza das línguas em presença com o intuito de despertar nos alunos uma consciência para o valor dessa diversidade.

O concurso Kamishibai plurilingue, organizado pelo CIDTFF, nasceu em 2018 e é uma poderosa alavanca que oferece aos profissionais da educação e às crianças dos 3 aos 15 anos um projeto criativo e inovador aberto à diversidade de línguas. O projeto consiste na criação de uma história ilustrada com uma dimensão plurilingue (pelo menos quatro línguas) e adaptada à ferramenta kamishibai. O projeto vai ao encontro dos objetivos transversais do pré-escolar e do ensino básico, traçados pelo ME/DGE para o desenvolvimento de uma educação intercultural. O vencedor de cada edição portuguesa concorre no concurso internacional de kamishibais.

Os 6 kamishibais da edição de 2018/2019 (que contou com o envolvimento de 806 alunos, dos 3 aos 15 anos), premiados pela diversidade de línguas, qualidade da narrativa e diversidade das ilustrações, estão disponíveis online (https://kamilala.org/partner/cidtff-lale/).

Referências bibliográficas

Faneca, R.M. (2020) (trad.). Descobrir, criar e encenar o kamishibai plurilingue. Guião para acompanhar o seu projeto criativo aberto às línguas. Disponível em https://kamilala.org/

Faneca, R.M. (2019). Porquê trabalhar com Kamishibais plurilingues numa educação orientada para a diversidade linguística e cultural? In A. Neto Mendes & G. Portugal (Org.), Educação, Cultura e Cidadania das Crianças: Livro de Atas do IV Seminário Luso-Brasileiro de Educação de Infância & I Congresso Luso-Afro-Brasileiro de Infâncias e Educação (pp.361-376). Aveiro: UA Editora (Universidade de Aveiro). Disponível em https://ria.ua.pt/handle/10773/27138

Kamilala (2018/2019): Disponível em https://kamilala.org/partner/cidtff-lale/

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Educação à Escuta
Autor
susana ambrósio
Horário12:00às12:00

Episódios

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    A História da Matemática na aprendizagem da Matemática
    A História da Matemática na aprendizagem da Matemática
    05.10.2020

    Ana Paula Aires

    aaires@utad.pt

    A importância da integração da História da Matemática na aprendizagem da Matemática tem sido apontada ao longo dos anos por vários autores que salientam inúmeras razões para a sua inclusão na aula de Matemática (Struik, 1992; Ralha, 1992; Fauvel, 1997; Fauvel & van Maanen, 2000; Fried, 2001; D’Ambrósio, 2012; Kjeldsen, Blomhøj, 2012).

    E surgem as questões: A integração da História da Matemática na aprendizagem da Matemática: Porquê? Para quê? Quando? Como?

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    Formar professores para a sustentabilidade
    Formar professores para a sustentabilidade
    28.09.2020

    1 - Autor: Ana Isabel Andrade

    2 - Endereço da página pessoal do Investigador no site da UA: https://www.ua.pt/pt/p/16606911

    3 - Título do tema/projeto abordado: Formar professores para a sustentabilidade

    4 - Texto de suporte:

    Olá, chamo-me Ana Isabel Andrade, sou investigadora do CIDTFF e docente no Departamento de Educação e Psicologia da Universidade de Aveiro e venho falar-vos da importância da profissão docente.

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    Estratégias de Autorregulação, o que são? Como desenvolver?
    Estratégias de Autorregulação, o que são? Como desenvolver?
    14.09.2020

    As estratégias de autorregulação permitem-nos ter o controlo sobre os nossos pensamentos, comportamentos, emoções e conhecimentos sobre nós próprios e capacidades. Consolida a nossa  capacidade para assumir compromisso, para ter autocontrolo, autodisciplina e autonomia em gerir as nossas ações de forma a atingir com sucesso os nossos objetivos!

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