As cidades europeias estão preparadas para a crise climática?
As alterações climáticas já não são uma ameaça distante — são uma realidade presente. Ondas de calor mais intensas, inundações frequentes, secas prolongadas... e grande parte da população vive em cidades. Mas será que as nossas cidades estão preparadas?
Mitigar ou adaptar: qual a diferença?
Mitigação significa reduzir as causas das alterações climáticas — por exemplo, cortar nas emissões de gases com efeito de estufa, apostar em energias renováveis ou tornar os edifícios mais eficientes.
Adaptação é preparar-se para lidar com os impactos já inevitáveis — como criar zonas de sombra, reforçar o sistema de drenagem para evitar cheias ou desenvolver alertas para ondas de calor.
O problema? Muitas cidades focam-se apenas na mitigação, quando os impactos já estão a acontecer. Mitigar é essencial, mas adaptar-se é urgente.
A cidades europeias enfrentam vários desafios:
Centros urbanos com pouco espaço verde e muito betão, que aumentam o calor
Infraestruturas antigas, pouco preparadas para fenómenos extremos
Desigualdades sociais que tornam algumas populações mais vulneráveis
Então o que é que precisa de mudar?
Mais soluções baseadas na natureza, como parques e telhados verdes
Transportes públicos e bicicletas como alternativas reais ao carro
Planos de emergência climática locais e políticas que envolvam os cidadãos
Investimento em justiça climática, para que ninguém fique para trás
As cidades europeias têm os meios e o conhecimento. Mas será que têm a vontade política e a urgência necessária?
A crise climática já está aqui, preparar as cidades para o futuro começa hoje.
Diana Patoilo
Episódios
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Dia mundial das florestas - cuidar das árvores para um melhor ambiente22.03.2021OuvirSabia que em Portugal já se comemora o dia da Árvore desde 1913?
A 1.ª Festa da Árvore comemorou-se a 9 de março de 1913, entretanto no ano de 1971 a Organização das Nações Unidas para a Agricultura e a Alimentação elegeu o dia 21 de março o Dia da Árvore, também conhecido como Dia Mundial das Florestas, tendo sido comemorado pela 1a vez a 21 de março de 1972.
Neste dia dedicado a relembrar a importância das árvores e da floresta para o planeta, os cidadãos, individualmente ou em grupo, são incentivados a plantar árvores, com muitas cidades e autarquias a organizar eventos.
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O futuro pos-COVID15.03.2021OuvirJá não é novidade que o uso de máscaras para proteção da covid-19 está a criar um "tsunami" de resíduos extra produzidos. A quantidade de plásticos não reutilizáveis aumentou exponencialmente. E muitos desses materiais já estão espalhados no ambiente.
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Teste de saliva ao COVID-1908.03.2021OuvirCom certeza que já foi ou conhece alguém que foi testado ao COVID-19. A recolha com a zaragatoa pelo nariz e garganta é bastante desconfortável, dispendiosa e resulta em grandes quantidades de material médico descartável.
Foi a pensar nisso que foi desenvolvido um novo processo de testagem pela Universidade de Aveiro em parceria com hospitais do distrito e uma empresa nacional de engenharia de plásticos, especializada no setor médico-hospitalar.
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Usar as lareiras sem prejudicar o ambiente01.03.2021OuvirO frio que sentimos em Dezembro e Janeiro ainda está na nossa memória, certo? Mas de alguma forma, esta chuva faz-nos ter saudades desses dias de sol...não?
Sabiam que durante esse período bateram-se records de consumo de biomassa/lenha? É verdade. Quem não gosta do conforto de uma lareira acesa?
Mas sabia que estes dias frios de inverno (cheios de sol e com pouco vento) estão geralmente associados a condições meteorológicas que favorecem a fraca dispersão dos poluentes e a problemas graves de má qualidade do ar (partículas) com riscos para a saúde humana?
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Fique em casa (sustentável)22.02.2021OuvirOs estudos dizem que 9 em cada 10 pessoas acredita que cada um de nós tem a responsabilidade de contribuir para a sustentabilidade? No entanto, nem sempre isso acontece, no nosso dia a dia-a-dia temos hábitos difíceis de mudar, ou porque dá trabalho, ou porque não temos tempo, ou porque dá muito trabalho para o pouco tempo que temos. Agora que um vírus nos obrigou a abrandar o ritmo (de novo) vamos aproveitar para mudar hábitos que contribuam para um futuro melhor, mais sustentável, a começar pela nossa casa!