Paulo Fidalgo assume escrita como arma contra o ódio.

Paulo Fidalgo assume a escrita como arma contra o ódio.

O mais recente autor do concelho de Ílhavo a publicar admite que os tempos atuais são de desafio para a sociedade pelas divisões e pelo discurso radicalizado que só a escrita e a leitura podem ajudar a desconstruir (com áudio).

O autor de “Cleópatra, o último sopro”, em estreia como escritor, lembra que no seu caso essa foi uma descoberta tardia, no momento em que leu a obra “Equador” de Miguel Sousa Tavares (com áudio).

Funcionário autárquico em Ílhavo, na área da contabilidade, Paulo Fidalgo, antigo árbitro de basquetebol, entra no mundo das letras com uma obra em torno de um enigma e uma peça roubada do Louvre.

Paulo Figaldo defende que a “promoção dos hábitos de leitura, tanto entre jovens como entre adultos, constitui sempre uma aposta segura no progresso coletivo”.

Este é o primeiro livro e na calha está o lançamento de uma obra que surgirá em 2027 e que está candidatada ao prémio Leya.

Com o anúncio sobre o vencedor no final deste ano e independentemente da apreciação do júri, o autor ilhavense revela que a obra chega ao público na abertura de 2027.

Trata-se de um romance assente em duas personagens históricas da sociedade portuguesa e num tema fraturante (escravatura).

Paulo Fidalgo entende que no contexto atual, com centenas de candidatos, é difícil conseguir a vitória mas a entrada no circuito de concursos faz parte do trajeto de qualquer escritor (com áudio).

O percurso de vida, os livros e a importância da literatura em destaque na edição desta semana do programa "Conversas".

Para ouvir esta quarta-feira às 19h.