Arnaldo Batista defende que Ílhavo deve uma homenagem a Maria José Fonseca.
O emigrante que colabora em iniciativas locais e gere grupos ilhavenses nas redes sociais, disse, em entrevista ao programa “Conversas”, que a obra social da fundadora do CASCI não pode ficar apenas ligada a uma medalha.
Presente em Portugal, em época de férias de Natal, defendeu a atribuição de topónimo a Maria José Senos da Fonseca em arruamento da cidade.
A fundadora do CASCI, falecida em 2007, chegou a ser agraciada pelo Município, mas merece, segundo Arnaldo Batista, novas abordagens à sua vida e obra (com áudio).
O emigrante ilhavense numa entrevista em que fala da criação de páginas de facebook que gere e que aproxima ilhavenses de todo o mundo.
Parte deles nascidos na pandemia e no pós pandemia enquanto palcos de divulgação da cultura ilhavense.
Na agenda de final de ano coloca a passagem da Luz da Paz pela Costa Nova em gesto “simbólico de esperança e fraternidade”.
Evento está agendado para dia 24 de Dezembro, às 17h, e a celebração conta com a presença do Padre Gustavo que conduzirá o momento de oração.
Esta cerimónia acontecerá no presépio, instalado ao lado do Minigolfe, criado com figuras e objetos alusivos à pesca.
Arnaldo Batista Russo defende que se trata de uma oportunidade para rever o presépio numa mensagem de paz para o mundo (com áudio)
O gestor do grupo “Ilhavenses e Amigos Sem Fronteiras” é o convidado do programa “Conversas” desta semana.