Equipa de Albergaria vence concurso de empreendedorismo.

O Instituto Rodrigo Guimarães distingue vencedor da 3ª edição do Step Up to Start Up e reforça impacto do empreendedorismo jovem nacional.

Programa de empreendedorismo jovem voltou a desafiar alunos do ensino secundário a desenvolver soluções inovadoras para problemas reais.

O projeto vencedor desta edição foi Pluto, desenvolvido por Tiago Nadais Marques, Duarte Nadais Marques e Afonso Abranches Cabral, de Albergaria-a-Velha, que foram acompanhados pelo mentor Pedro Coutinho, Partner de buyouts da Explorer Investments. 

Os jovens receberam um prémio de 30 000€ para desenvolver e implementar a sua solução.

Projeto propõe tornar a gestão do dinheiro tão simples e intuitiva como aprender inglês no Duolingo, através do Pluto, uma app de educação financeira gamificada.

Com lições diárias, desafios, recompensas e inteligência artificial como conselheiro pessoal, a solução ajuda especialmente os jovens a desenvolver hábitos financeiros saudáveis de forma simples, divertida e interativa, promovendo maior literacia financeira e melhores decisões financeiras.

A 3.ª edição do concurso culminou no Last Step, onde os projetos finalistas foram apresentados perante um júri de referência, após mais de 240 participantes de mais de 40 escolas.

Ao longo das suas três edições, o Step Up to Start Up já distinguiu projetos como Climate, Trovador e Pluto.

O Instituto Rodrigo Guimarães (IRG), associação sem fins lucrativos criada com o objetivo de contribuir para uma educação de qualidade e apoiar jovens com menos capacidade financeira, anunciou o vencedor da 3.ª edição do Step Up to Start Up, o programa de empreendedorismo jovem dirigido a estudantes do ensino secundário.

A 3.ª edição do Step Up to Start Up contou com mais de 240 participantes, provenientes de mais de 40 escolas, distribuídos por mais de 35 localidades de Portugal.

“Com o Step Up to Start Up, queremos dar aos jovens as ferramentas, a confiança e a oportunidade para pensarem de forma crítica, colaborarem e criarem soluções com impacto real. 

Esta 3.ª edição voltou a mostrar-nos que há talento, visão e vontade de transformar o mundo nas escolas portuguesas e a potenciámos a primeira possibilidade de estarem frente a frente com o mundo empresarial”, afirma Elizabeth Rothfield, vogal do conselho de administração do Instituto Rodrigo Guimarães.