PS em ação de proximidade em Cacia.

O PS Aveiro inicia o “Plano de Ação e Proximidade” junto dos Eleitos Locais que visa a articulação política com a Concelhia, liderada por Paula Urbano.

Este Plano de Ação desenvolvido por um grupo de trabalho criado no contexto do Secretariado, inclui membros da Câmara e da Assembleia Municipal, e pretende promover o acompanhamento político e autárquico nas Freguesias de forma articulada e contínua.

Neste âmbito já foram realizadas visitas às freguesias de Santa Joana e Cacia, com os objetivos de manter “escuta ativa” das preocupações e expectativas das populações; “proximidade permanente” aos eleitos e às comunidades locais; “articulação política coerente” entre freguesias, Concelhia e órgãos municipais e “valorização do papel dos eleitos locais enquanto agentes centrais da ação política do PS no território”.

A mais recente ação teve lugar em Cacia, em articulação com a bancada do PS na Assembleia de Freguesia, liderada por João Matos Silva, e onde foram partilhadas preocupações relativas à Rua da Paz e Rua Dr. Tomás de Aquino; assim como às obras no Rio Novo do Príncipe.

A Rua da Paz marcou o início do itinerário pela freguesia.

Considerada uma das principais artérias de Cacia, a rua serve de acesso a um dos mais importantes núcleos industriais e empresariais da freguesia e revela, segundo o PS, “total negligência” por parte da Câmara Municipal com “degradação acentuada do pavimento, cheio de irregularidades e buracos no asfalto, além de falta de sinalização horizontal, problemas no escoamento de águas pluviais e total ausência de passeios”.

Além de servir a zona industrial e empresarial - empresas de grande dimensão e que geram bastante tráfego - com circulação de veículos pesados, ligeiros e motorizados, a Rua da Paz é ainda acesso a lugares da Freguesia da Cacia, o que intensifica a utilização da via que “deveria ser alvo de mais atenção e de uma intervenção profunda por parte do Município”.

A Rua Dr. Tomás de Aquino foi outro dos acessos que mereceu a atenção e a preocupação dos eleitos locais do PS Aveiro, designadamente a obra de substituição da rede de esgotos, parada há mais de um ano, o que obriga a população a coabitar com os tubos de ligação à superfície da via, encostados às entradas para as suas habitações e em alguns casos, a impedir o respetivo acesso.

A obra da responsabilidade da ADRA teve início em Junho do ano passado mas sofreu diversas interrupções, obrigando os residentes da Rua Dr. Tomás de Aquino a conviver com o pó e os detritos da obra, uma vez que foi levantado o alcatrão, assim como a com a tubagem que estando ligada à rede, se encontra à superfície ocupando a via pública e colocando questões de segurança à circulação.

Os eleitos socialistas na Assembleia de Freguesia de Cacia manifestaram ainda “preocupação” com os acessos aos terrenos agrícolas, mais precisamente os que são paralelos à via rápida A25, que por falta de rede de escoamento das águas, ficam completamente inundados quando chove, impedindo a passagem da população que cultiva as terras e tem os seus animais no campo.

A bancada dos eleitos pelo PS tem levado estes e outros problemas às reuniões de Assembleia de Freguesia, tentando obter resposta do Executivo da Aliança que preside à Junta de Cacia, e pressionando para o encontrar de soluções junto da Câmara Municipal de Aveiro, mas dizem não ter “qualquer resposta”.

Para João Matos Silva, líder da bancada do PS em Cacia, as situações relatadas mostram “falta de organização e de trabalho na preparação das obras”.

A visita à freguesia de Cacia terminou o Rio Novo Príncipe onde foi possível observar a obra de requalificação da margem esquerda da responsabilidade de CIRA.

A bancada do PS na Assembleia de Freguesia manifestou preocupação quanto à obra que considera irá aumentar o nível das águas e invasão dos campos agrícolas em época de cheias - e não o seu contrário - apontando para “ausência de entradas no rio para as duas coletividades de remo e canoagem sediadas no local”.

Nas margens do Rio Novo Príncipe, os eleitos locais manifestaram ainda a sua preocupação com a antiga ponte de Cacia, desativada há mais de 20 anos e em risco de ruína eminente.

Apesar dos sinais de perigo e de aviso para não travessia, a ponte continua ser um local de atração, tornando-se um perigo de segurança pública.