O homem visado pela Diocese por práticas religiosas sem habilitação reage às críticas lembrando que representa uma Parlatura independente da jurisdição da Santa Sé.
Trata-se de uma Parlatura sedeada nos EUA e registada em Itália.
Francisco Marques defende-se com a liberdade e direito de culto.
Em entrevista ao canal Televisão do Centro, com sede em Águeda, refere que as pessoas chegam livremente ao seu espaço e fala em “perseguição” por parte da Igreja.
“É muito triste ver que um Cristão é perseguido por outros Cristãos”.
Assume que este movimento da Igreja apresenta jurisdição própria e o seu próprio entendimento do código canónico.
Uma das marcas é a vocação para o exorcismo, algo que a Igreja não aceita uma vez que só pode ser realizado por um sacerdote e com a devida licença do Bispo diocesano.
Sobre as posições assumidas pelo Bispo de Aveiro agradece a “publicidade” e admite que serão mantidos os rituais.
Em simultâneo assume que já existem processos judiciais em Itália para defender a sua liberdade de ação.