Ministro da Agricultura admite escassez de recursos para a floresta.

O Ministro da Agricultura defende que a floresta deve ser vista como fonte de riqueza e coesão, em vez de ser vista como problema.

José Manuel Fernandes falou, esta manhã, na abertura da Expoflorestal, em Albergaria-a-Velha.

Defende que a floresta é mais do que palco de incêndios.

Fala em “fonte de riqueza” e motor de coesão territorial” (com áudio).

“Para isso, é crucial valorizar a floresta, promover a sua resiliência e integrá-la com a agricultura, através de políticas robustas, investimento e simplificação legislativa”.

José Manuel Fernandes define os proprietários florestais como os “melhores amigos do ambiente” mas alertou que só com escala é possível cuidar do território.

Afirma a necessidade de criar novos modelos como “condomínios” florestais, para ganhar “escala e valorização”.

Com a época de incêndios a chegar, o membro do Governo destaca o investimento em meios para permitir ação mais eficaz em defesa da floresta.

Explica que foram realocados 30 milhões de euros do Plano de Recuperação e Resiliência para compra de equipamento pelas pequenas e médias empresas (PME), incentivando a tecnologia e a robótica a que somam mais 50 milhões de euros do PRR, realocados para as comunidades intermunicipais, para aquisição de maquinaria e reforço de equipas.

Ainda assim admite que gostaria de ver a Floresta com mais investimento por exemplo em linha com meios do fundo ambiental.