Luís Souto Miranda assume a requalificação da avenida Europa para um padrão urbano entre Aradas e o centro de Aveiro como compromisso eleitoral.
O candidato da Aliança Mais Aveiro participou na apresentação da candidatura de Catarina Barreto à Junta de Aradas e deixou propostas que entende serem prioritárias na freguesia.
Destaca a requalificação das zona do Carocho (piscinas), a colocação de passeios na avenida Europa e a integração de Aradas na rotas das vias cicláveis do município, assumiu a conclusão da futura via panorâmica, que ligará a Rua da Pega, em Aveiro, a Ílhavo, a reabilitação da frente ribeirinha na Malhada do Eirô e a criação do futuro Parque Ecológico do Esteiro de São Pedro.
Luís Souto diz que o sinal foi dado por Ribau Esteves nos três mandatos realizados em Aveiro com o cumprimento de promessas.
“Não fazemos promessas vãs ou utópicas, somos responsáveis e assumimos, mais que promessas, um contrato, um compromisso com os nossos eleitores. Aquilo que propomos, é mesmo para cumprir”, disse Luís Souto que citou o exemplo da Casa de Música como exemplo do trabalho da equipa liderada por Ribau Esteves e que terá continuidade com investimento de 16 milhões no Quarteirão de Artes e de Cultura de Aveiro.
Catarina Barreto admite que refletiu seriamente sobre a recandidatura mas acabou por assumir o desafio em nome da freguesia.
Depois disputas com a oposição em Assembleia de Freguesia e queixas de diversa ordem, a autarca diz que ponderou o desgaste mas decidiu seguir na luta.
“Ainda há motivação para continuar depois de conquistar tanto? Confesso que foi um duro exercício pessoal, foi um balanço do bom e do mau e que houve muito. Foi o equilíbrio entre virar costas à maledicência e continuar de cara levantada a lutar por conquistar mais para Aradas”.
Apesar das críticas do candidato do PS à forma como Luís Souto se tem referido à herança socialista de Alberto Souto em Aveiro, o candidato da AD repetiu o que tem dito em praticamente todas as aparições públicas.
“Aqui em Aradas não há espaço para o socialismo, até porque a memória está aí a lembrar o que foram maus anos de governação do PS em Aveiro e no país. Foi o PS que deixou a câmara com os cofres vazios e os aveirenses com impostos agravados para pagar dívidas sem controlo. Foi o PS que deixou, ainda há pouco tempo, uma freguesia como a de São Jacinto, sem capacidade para pagar uma conta da luz”.