O movimento independente Unir para Fazer entende que a nova maioria está a recorrer a meios públicos para fazer a promoção e seguimento do compromisso eleitoral.
Crítica dirigida ao “roteirómetro”, ferramenta que vai permitir monitorizar o cumprimento das promessas eleitorais da candidatura “Futuro Maior”, liderada por Rui Dias.
O autarca foi confrontado com a questão agora que é conhecida a intenção de contar com essa ferramenta nos meios oficiais da autarquia e sob gestão de um profissional que será contratado, ao abrigo de ajuste direto, também com essa competência.
João Semedo, eleito pelo movimento independente, afirma que há questões éticas que se levantam e que deveriam fazer a nova maioria refletir sobre essa opção de colocar o "roteirómetro" em meios oficiais da autarquia. (com áudio)
Rui Dias afirma que permitir aos cidadãos o acompanhamento da aplicação do programa é gerir com transparência.
O autarca não encontra nesta iniciativa uma ação de promoção.
E responde que os meios dos partidos não serão utilizados para partilhar informação da autarquia em jeito de apropriação de iniciativas públicas. (com áudio)
Uma troca de palavras em torno do mecanismo que vai permitir acompanhar a execução do programa de governação.
Outro dos temas a merecer referência foi presença na estrutura autárquica do técnico que vai prestar assessoria em áreas como o desporto e educação.
A avença com Pedro Mortágua Soares foi chumbada em sede de executivo por UpF e PS mas a colaboração mantém-se.
Rui Dias responde que por agora o trabalho não representa qualquer encargo para o erário público e que no futuro vai seguir o mesmo formato encontrado pelo UpF no mandato anterior e criticado pelo PSD, com a contratação por ajuste direto. (com áudio)