Sérgio Lopes afirma que o principal derrotado das autárquicas é João Campolargo e que o tempo deu razão a quem recusou um projeto político individualizado.
O antigo responsável pela concelhia de Ílhavo do PS e que durante 4 anos foi vereador da oposição na Câmara de Ílhavo diz que foram dadas condições para um mandato que não deu ouvidos a quem poderia ter enriquecido a governação e diz que esse é o mesmo desafio colocado ao novo presidente da Câmara de Ílhavo, Rui Dias.
Apontado por muitos como o travão ao entendimento pré eleitoral com João Campolargo, Sérgio Lopes diz que hoje repetiria a mesma posição por não concordar que fosse subalternizada a bandeira a troco de uma visão pessoal.
O atual vogal do PS na Assembleia Municipal aponta, ainda, ao movimento independente um discurso antipartidos (com áudio)
O deputado municipal passa em revista os recentes resultados eleitorais do PS, as vias para o relançamento do Partido e o posicionamento perante a governação da AD.
Admite compreensão para dar tempo a Rui Dias na fase inicial da governação na Câmara de Ílhavo.
Mas alerta que o eleitorado tem dado sinais de procurar novas respostas (com áudio)
Sérgio Lopes defende que os tempos exigem sentido de responsabilidade sem deixar de notar que o eleitorado está cada vez mais exigente e atento à ação de quem governa, nomeadamente nas autarquias locais.
Admite mesmo que o quadro de volatilidade na vida política aconselha prudência quando se trata de fazer planos a médio e longo prazo.
Um aviso para quem governa mas também para quem se apresenta como alternativa.
Diz que ao PS cabe reerguer-se e continuar a trabalhar por projetos agregadores (com áudio)
A entrevista de Sérgio Lopes ao programa Conversas será emitida esta quarta às 19h.