Feriado Municipal de Ílhavo homenageia figuras de mérito e evoca a memória das secas de bacalhau.

O Feriado Municipal de Ílhavo homenageia figuras de mérito e evoca a memória das secas de bacalhau.

É já esta segunda-feira ao longo da manhã naquela que será a primeira cerimónia sob novo ciclo de governação.

A autarquia liderada por Rui Dias vai colocar em destaque funcionários municipais nas distinções de segunda-feira de Páscoa.

A Medalha de Dedicação de Ouro será entregue a Noémia Maia, José Manuel Cruz Ferreira Rocha, Horácio Labrincha e José Augusto São Marcos Amaral, funcionários municipais com carreiras longas na administração local.

O ex-Secretário de Estado da Digitalização,Mário Campolargo, recebe a Medalha do Município de Ouro e o ex-administrador do Porto de Aveiro, Eduardo Feio, é distinguido com a Medalha do Município de Prata.

No decurso do ano municipal da educação, há espaço para o reconhecimento dos agrupamentos de escolas e um docente universitário.

Medalha do Município de Vermeil para os agrupamento de Escolas de Ílhavo, Gafanha da Nazaré e Gafanha da Encarnação e para o Manuel João Senos Matias.

A autarquia entrega a Medalha de Mérito Cultural de Prata ao Centro Cultural e Desportivo dos Trabalhadores do Município de Ílhavo e a Medalha de Mérito Cultural Acobreada à pianista Inês Matos Filipe

O momento central das comemorações é a Sessão Solene, às 9h45, no Salão Nobre dos Paços do Município, onde serão atribuídas Distinções Honoríficas Municipais a 12 personalidades e instituições que se destacaram pelo seu contributo cívico, cultural, social e profissional.

A cerimónia será antecedida, às 9h00, pelo hastear das bandeiras, com a participação da Banda dos Bombeiros Voluntários de Ílhavo.

O programa integra ainda, às 12h00, na Casa da Cultura de Ílhavo, a inauguração da exposição de fotografia Mar Ausente, de Luís Oliveira Santos, que estará patente até 31 de julho.

Resultado de um trabalho desenvolvido ao longo de quase duas décadas, a exposição documenta o desaparecimento progressivo das secas de bacalhau em Portugal, propondo uma reflexão sobre memória, transformação e perda, a partir de imagens marcadas pela ausência e pela degradação das estruturas outrora associadas a esta atividade.