Quase 10 anos depois da disponibilização de terrenos para a ampliação do hospital, Aveiro continua à espera da conclusão do concurso para definir o projetista da obra e o projeto surge como objetivo imediato.
A contestação judicial ao concurso para encontrar projetista é apontada como causa para o mais recente atraso.
A Câmara de Aveiro assume que não dará descanso aos titulares de órgãos envolvidos no processo.
Luís Souto Miranda recusa falar em lóbis mas sempre diz que 10 anos neste processo de ampliação é muito tempo quando comparado, por exemplo, com a operação privada do grupo Trofá Saúde que já tem a sua nova unidade em construção (com áudio)
Sobram os sinais de desgaste pelo arrastamento do processo de ampliação do hospital de Aveiro envolvido numa teia jurídica.
Os partidos classificam este dossiê como revoltante.
A concelhia de Aveiro do Chega define o processo como “labirinto político de atraso deliberado”.
Carlos Balseiro assume tratar-se de um dossiê onde o que falta em respostas é compensado pelas dúvidas levantadas e pelas teias da lei.
Ainda assim entende que se trata de um processo mais político do que jurídico (com áudio)
A IL admite que este é um dos casos em que o país deve repensar a forma como está organizada a justiça.
Tomás Pereira considera inacreditável o andamento do processo.
Responsabiliza a classe política pela incapacidade de levar por diante, em tempo razoável, a ampliação do hospital (com áudio)
Declarações dos partidos ao programa “Canal Central”.