Diogo Machado fala em “maturidade política de democrática” na assinatura do acordo de governação para o que resta do mandato, agora com funções executivas na autarquia.
O vereador eleito pelo Chega fecha a maioria liderada por Luís Souto Miranda por via de um acordo que atribui funções governativas nas áreas da proteção civil, bombeiros e florestas.
Na primeira manifestação pública sobre a assinatura desse acordo e do despacho do presidente da Câmara, o vereador fala em “momentos verdadeiramente decisivos para o futuro de uma Cidade e de um Concelho”.
Para a voz do Chega que durante a campanha e nos primeiros meses de mandato foi crítica da governação da AD, o eleitorado acabou por indicar o caminho.
Passa a integrar a maioria da qual se assumiu como oposição.
“Não chegámos até aqui por acaso; ao contrário, chegámos porque os Aveirenses assim o decidiram e porque acreditamos, profunda e convictamente, que este Concelho merece tudo, merece nada menos do que o melhor”.
Em texto publicado nas últimas horas evocou o legado de Girão Pereira como exemplo do passado para dizer que chega o tempo da “Aveiro do Futuro” “em movimento, à boleia da maturidade política e democrática que PSD e Chega foram capazes de alcançar”.
Um acordo que tem recebido críticas da sociedade civil por ver um partido conotado com extremos políticos integrado na governação.
Diogo Machado pede voto de confiança.
“Com o orgulho verdadeiro de quem está na causa pública unicamente pelos bons motivos, guiado exclusivamente pelos mais nobres sentimentos e princípios, com o amor a Aveiro sempre em primeiro. Sem medos, nem hesitações, queremos cumprir Aveiro, vamos cumprir Aveiro”.
Imagem: Tomada de posse da CMA em Novembro de 2025