A situação política em Aveiro nas referências da celebração do 25 de Abril em Aveiro.
Partidos com assento na Assembleia Municipal de Aveiro falaram a defesa da democracia como imperativo nos 52 anos da revolução dos Cravos.
O acordo entre AD e Chega para formar maioria esteve presente no discurso do PS que deixou referência a “acordos que aviltam o 25 de Abril”.
Luís Souto Miranda justifica com o “contexto” e as “condições de governabilidade” para criar uma base “estável” de governação.
O desfecho deve ser conhecido na reunião de Câmara extraordinária desta terça-feira que poderá fazer luz neste processo caso seja concretizada a entrega de pelouros ao vereador do Chega.
Um tema que agitou os meios políticos e faz pairar um quadro de crise política depois do CDS ter garantido que não tinha sido tido nem achado nessa solução.
A presidente da concelhia socialista de Aveiro, vereadora na autarquia, diz que não concorda mas não irá opor-se.
Já o candidato derrota nas autárquicas de 2025, Alberto Souto Miranda, arrasa a posição do autarca de Aveiro.
Afirma que “a democracia não é uma mercearia”.
“A madrugada não chegou hoje inteira e limpa a Aveiro. No dia em que celebramos a liberdade, o PSD anuncia um acordo com o Chega, partido anti Abril, salazarento, racista e xenófobo. É tudo mau neste negócio de mercearia política de lesa democracia”.
Fala em “traição” ao eleitorado.