O acordo entre Luís Souto Miranda e Diogo Soares Machado para formar maioria absoluta na Câmara de Aveiro abre uma crise interna na coligação com o CDS a demonstrar desconforto com todo o processo negocial e a não dar garantias de suportar esse passo que tenta garantir mais estabilidade à Aliança com Aveiro.
Dirigentes concelhios e distrital já não escondem que o CDS não foi tido nem achado nesse processo negocial.
O partido quer garantias quanto à coerência do projeto trabalhado em 2025 numa linha de continuidade.
Em declarações ao site Notícias de Aveiro, o presidente da distrital do CDS fala em “desconsideração institucional” pelo partido que tem mantido histórico de governação com o PSD nas maiorias de Élio Maia e Ribau Esteves em duas décadas ao comando da autarquia.
Luís Souto Miranda tem recebido críticas de vários setores, da esquerda à direita por abrir à porta à entrada do Chega no executivo.
Na próxima semana haverá reunião para redefinir pelouros com a integração de Diogo Soares Machado.