O presidente do Novo Estrela da Gafanha da Encarnação afirma que não teria sido necessário abrir crise diretiva para apresentar projeto alternativo às eleições de Abril e não dá como garantida a sua recandidatura muito embora não descarte esse cenário.
Carlos Amador responde aos críticos que o acusam de protagonizar uma gestão autocrática.
Admite que nem sempre consegue responder em tempo útil aos apelos da equipa diretiva mas lembra que sempre delegou tarefas em ambiente cordial.
Sente que nos últimos meses algo mudou e acusa um setor do clube de querer chegar ao poder num processo que acabou em cinco demissões.
Aponta o dedo a Paulo Moreira, responsável pelo futebol feminino que sendo figura chave no clube, nos processos de certificação e organização, é apontado como responsável pela crise instalada em Dezembro (com áudio).
O dirigente pondera apresentar queixa pelo facto de ter perdido acessos do clube a plataformas consideradas fundamentais aos processos de gestão.
Carlos Amador afirma manter quórum na direção e assegura que estão a ser respeitados os estatutos.
Admite os custos de reputação para si próprio e para o clube das discussões em praça pública e não esconde que a manutenção dos apoios municipais será decisiva para poder continuar a liderar o clube.
Sem decisões tomadas e desgastado pelas críticas internas e pela exposição pública deste processo, Amador diz que nada está decidido quanto à recandidatura.
Como garantida diz que o Nege continua a funcionar (com áudio)
A reação do presidente do Nege às críticas internas.
O dirigente, que já tinha respondido em Assembleia Geral, promete regressar ao tema nas eleições de final de época.