Porto de Encontro na Terra Nova...

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11.09.2023

A construção da plataforma ferroviária intermodal de Salamanca está em curso, numa empreitada de 14 meses.

Investimento previsto de 12,5 milhões de euros e que poderá estar concluído até final de 2024.

Trata-se de uma plataforma ferroviária intermodal, gerida pela Zaldesa, que ocupará uma área de implantação de cerca de 88 hectares.

O porto seco de Salamanca vai receber comboios de 750 metros de comprimento.

É o alargamento da oferta que em Portugal conta com a aposta da Guarda na criação do seu próprio porto seco.

Aveiro e Leixões já têm acordo de colaboração com a Sociedade - Zona de Atividades Logísticas de Salamanca e olham com atenção para o desenvolvimento da obra.

Este foi o tema do seminário internacional “Crescimento Ferroviário no Corredor Ibérico – Desafios e Oportunidades”, que decorreu na Vista Alegre.

O representante do Porto Seco de Salamanca, Pablo Hoya, afirma que a oportunidade espreita numa área próxima e com Madrid como um dos mercados mais apetecíveis.

Do lado português ficou expressa a vontade de capacitar o porto de Aveiro para acolher comboios de mais comprimento e aproveitar as facilidades logísticas.

Mário Fernandes, responsável pelo planeamento estratégico da Infraestruturas de Portugal, explicou que os investimentos previstos na alta velocidade e na criação de corredores para mercadorias na linha do norte e a modernização das ligações a Espanha vão potenciar essa capacidade transportadora.

Daniela carvalho, da TIS – Consultores em Transportes, Inovação e Sistemas, faz a defesa de uma nova realidade que vai permitir alargar a esfera de influência dos portos nacionais.

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Porto de Encontro
Autor
Fernando Martins
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    Porto de Encontro na Terra Nova...
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    04.12.2023

    O turismo de massas é “insustentável” e o futuro do turismo azul e inteligente passa por “não matar a galinha dos ovos de ouro”.

    A mensagem foi deixada em Ílhavo no seminário “Desafios do Mar Português” que celebrou o Dia Mundial do Mar.

    Álvaro Sardinha, do Centro de Competência Economia Azul, defendeu o conceito de turismo regenerador lembrando que 50% do turismo global passa por zonas costeiras e isso obriga a ecossistemas saudáveis.

    Sardinha diz que o futuro do turismo não se pode medir pelos valores do PIB e os estudos conhecidos dizem-no de forma clara.

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    20.11.2023

    A melhor arma na defesa do litoral é a reposição de areias e os quebra-mares são um mundo desconhecido, caro e podem criar mais problemas.

    Mensagem que fica da apresentação do “Estudo de caracterização e viabilidade de um Quebra-mar destacado multifuncional em frente à Praia da Vagueira”.

    A Agência Portuguesa do Ambiente e a equipa de investigadores que estudou diferentes cenários para a utilização de quebra-mares na defesa da orla costeira desaconselha o recurso a intervenções pesadas no mar e prefere manter as recargas de areia como solução para combater a erosão.

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