Sacos compostáveis
Terão já reparado que, agora, muitos dos super/hipermercados disponibilizam para o serviço de frutaria e legumes, uns sacos diferentes. São mais macios, ligeiramente baços e dizem-se compostáveis.
Pois é, não são sacos de plástico produzidos a partir de derivados do petróleo, podem ser produzidos a partir de substâncias orgânicas variadas e biodegradáveis, mas não são de papel, são de bioplásticos. Dizem-se bioplásticos porque embora não sendo feitos de plástico, têm propriedades que lhes permite ter um uso semelhante ao dos plásticos comuns.
Em condições adequadas de humidade e temperatura, os microrganismos decompõem os sacos compostáveis, por isso a sua reciclagem é feita em conjunto com os resíduos vegetais da cozinha e os de jardim, servindo para os acondicionar antes de irem para o contentor de orgânicos.
Assim, os sacos feitos de bioplásticos - os compostáveis - mesmo que vazios, não devem ser colocados no ecoponto amarelo das embalagens, ou azul do papel, dever ir para onde forem os restos de alimentos.
A substituição de sacos de plástico comum por sacos compostáveis é benéfica para o ambiente, pois enquanto os sacos plásticos comuns levam cerca de 450 anos a decompor-se, quando dispersos no ambiente, os compostáveis decompõem-se em cerca de 6 meses e foram produzidos a partir de recursos renováveis.
Paula Gomes
Este podcast tem áudios Registe-se para ouvir.
Episódios
-
Imagem
Arvore de Natal mais sustentável07.12.2020OuvirA contagem decrescente para o Natal já começou...já fez a sua a árvore de Natal! Se não, ainda vai a tempo de escolher a opção mais sustentável e ajudar o ambiente! Podemos escolher entre três tipos de arvore de Natal: Arvore de Natal artificial, Arvore de Natal natural ou arvore de Natal viva em vaso! Sem dúvida que a última opção é a mais amiga do ambiente, um pinheiro vivo pode ser plantado no jardim ou quintal em janeiro, ou até mantido no vaso cuidado e pode voltar a ser utilizado no ano seguinte.
-
Imagem
Black Friday alternativa30.11.2020OuvirJá conhece a “Sexta-feira Verde”? foi criada em 2017 e realiza-se no mesmo dia. A ideia é que os consumidores, em vez de aproveitarem os descontos massivos desta época para comprarem novos bens, alguns dos quais se calhar nem precisam, possam adotar comportamentos mais “verdes” e amigos do ambiente, tais como reparar ou dar, em vez de deitar fora, aumentar o tempo de vida dos produtos, comprar local, entre outros.
-
Imagem
Projeto SPRINT23.11.2020OuvirJá pensou nos riscos associados ao uso de pesticidas na agricultura moderna? Será que existem riscos para o ambiente? E para a nossa saúde?
É para dar resposta a estas questões que surgiu o projeto SPRINT – acrónimo do título: Transição para uma proteção fitossanitária sustentável: uma abordagem de saúde global,
-
Imagem
Bioplásticos16.11.2020OuvirJá se deve ter apercebido que o contexto da pandemia fez passar para segundo plano muitos problemas ambientais. Um dos mais importantes é a poluição por plásticos, e já deve ter visto imagens dramáticas de ilhas de plástico nos oceanos, ou de tartarugas e baleias que ingeriram plástico.
Indiscutivelmente, desde a sua invenção nos finais do século XIX, os materiais plásticos vieram trazer-nos conforto às nossas vidas. Há milhares de tipos de plásticos e ainda mais milhares de aplicações que nos trazem comodidade, e sem as quais a nossa vida não seria tão fácil.
-
Imagem
Um novo R no bom ambiente09.11.2020OuvirCertamente já ouviu falar da máxima “Reduzir, Reutilizar e Reciclar”. Estes são os três R’s que há muito entraram no nosso quotidiano, e que nos ajudam a poupar a carteira e o planeta. Hoje falamos de um quarto: R de Reparar.