Incêndios Florestais
Quem não se lembra do passado dia 6 de setembro que amanheceu sem conseguirmos ver o sol a nascer em Aveiro…tal era a quantidade de fumo dos incêndios.
Este cenário tornou o ar irrespirável, tomou conta das conversas, das fotos do facebook e das nossas preocupações. Preocupações legítimas para quem tem que o respirar. E mais ainda para quem tem maior sensibilidade respiratória.
Os dados medidos de partículas atmosféricas confirmaram o pior. Foram medidas concentrações horárias acima dos 1000 µg.m-3, sendo que o limite médio diário de proteção da saúde humana é 50 µg.m-3. Para além da matéria particulada em suspensão no ar, que sentimos mais diretamente, existem ainda concentrações elevadas de outros compostos, como o monóxido de carbono (CO), incolor e inodoro, geralmente em concentrações reduzidas no ar ambiente. Estas concentrações elevadas geram avisos imediatos pelas entidades responsáveis, neste caso a Agência Portuguesa do Ambiente, avisos esses que são dirigidos sobretudo aos grupos de risco, que incluem as crianças, os idosos e todas as pessoas com problemas respiratórios. Os avisos dizem para evitar esforços físicos ao ar livre, e para permanecer em casa com as janelas fechadas, utilizando de preferência sistemas apropriados de circulação/refrigeração do ar. Este último aspeto é particularmente importante no dia de hoje, já que os espaços interiores foram sendo contaminados pelo exterior. Mesmo com as janelas fechadas o ar das nossas casas e espaços confinados ficaram, também, irrespiráveis.
Nestes casos não basta estar dentro de um espaço interior para nos protegermos e sentirmos seguros. Para isso, o ideal será procurar espaços onde seja possível a circulação/refrigeração do ar, com sistemas de ar condicionado que possuam filtragem do ar. Aí sim, pode-se respirar (mais) fundo…Ficam os conselhos…esperando que estes não venham a ter que ser praticados tão cedo!!!
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Episódios
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Mestrado em engenharia do ambiente25.10.2021OuvirJá lhe falámos sobre a excelente escolha que é fazer uma licenciatura em engenharia do ambiente. Se não ouviu, oiça o podcast do dia 16 de Agosto. Hoje vamos mais longe! Mas bem perto de si, na Universidade de Aveiro, há também o mestrado em engenharia do ambiente. Este curso oferece conhecimentos especializados em biologia, química, mecânica, engenharia e governança, e pretende formar técnicos capazes de prever e caracterizar problemas ambientais e propor soluções para a sua gestão integrada. É uma formação altamente qualificada e orientada para o ambiente empresarial.
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Destralhar solidário18.10.2021OuvirAnualmente todos fazemos resoluções e, quase sempre, desejamos fazer o desapego de uma grande quantidade de coisas que acumulamos nas nossas casas. Conseguir viver apenas com o que é essencial é para muitos de nós um dos principais objectivos.
A pandemia veio reforçar esse sentimento e, ao estarmos confinados, dedicámos mais tempo a organizar as nossas casas e a torná-las mais clean e práticas.
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DAO vai a escolas11.10.2021OuvirÉ aluno ou professor numa escola secundária aqui na região de Aveiro (ou arredores)?
Se sim, este minuto pode ser para si.
O Departamento de Ambiente e Ordenamento da UA é muitas vezes convidado para palestras e/ou atividades organizadas nas escolas secundárias e onde se visa e promove as questões ambientais e de sustentabilidade.
Como sabemos que estas questões são cada vez mais urgentes e é na educação que se deve agir para conseguir os maiores beneficios no futuro, o DAO aceita sempre, com motivação, esses convites.
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Reciclar chinelos04.10.2021OuvirAcabaram os dias de verão e de praia e de certeza que tens um par ou dois de chinelos de praia que já estão muito estragados para usar, não os coloques no lixe, recicla-os!
Uma conhecida marca de chinelos de praia está a recolher chinelos – de qualquer marca – e a transformá-los numa nova matéria prima, como por exemplo em esteiras de yoga ou em solas de calçado. Todo o processo é realizado pela Rubberlink, uma empresa parceira de tratamento de resíduos de borracha.
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Relatório sobre o clima IPCC27.09.2021OuvirNo início de agosto foi divulgado o relatório sobre o clima pelo Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC), um organismo criado pela ONU com o objetivo principal de sintetizar e divulgar o conhecimento mais avançado sobre as mudanças climáticas que hoje afetam o mundo.
Este ultimo relatório estima que o limiar do aquecimento global (de + 1,5° centígrados) em comparação com o da era pré-industrial vai ser atingido em 2030, 10 anos antes do que tinha sido previsto anteriormente, “ameaçando a humanidade com novos desastres sem precedentes”.