Inaladores asma
Um artigo divulgado recentemente estima que seria necessário plantar anualmente em Portugal mais de 1,3 milhões de árvores para capturar os gases libertados na atmosfera pelos inaladores pressurizados, usados no tratamento de doenças respiratórias como a asma.
Este estudo refere que “com o aumento do volume de vendas dos inaladores pressurizados tradicionais”, que utilizam gases fluorados com efeito de estufa, responsáveis pelo aquecimento global, “aumenta também o seu impacto ambiental“.
Segundo o artigo, que tem como referência dados de 2022, a pegada carbónica dos inaladores pressurizados tradicionais prescritos em Portugal foi estimada em 30.236 toneladas de dióxido de carbono (CO2), o equivalente a cerca de 0,84% das emissões totais do setor da saúde no país e a aproximadamente 95% do total de emissões dos inaladores.
Há uma série de recomendações para reduzir o impacto ambiental dos inaladores em Portugal, incluindo a prescrição de inaladores de pó seco. Um inquérito realizado para este artigo a 348 médicos revelou que mais de 70% não têm em conta os aspetos ambientais no ato da prescrição de inaladores, embora metade assuma conhecer a pegada ambiental dos dispositivos.
Alexandra Monteiro
Este podcast tem áudios Registe-se para ouvir.
Episódios
-
Imagem
Conservar frutas e legumes mais tempo28.06.2021OuvirJá sabemos que o consumo de frutas e legumes da época é a opção mais sustentável, mas e quando não conseguimos consumir esses alimentos e os queremos conservar evitando o desperdício?
Hoje vamos dar-lhe uma dica de como conservar esses alimentos para os manter por mais tempo, de modo a reduzir os desperdícios, os custos económicos e ambientais, aumentando o tempo de vida dos alimentos.
-
Imagem
Refugiados Climáticos21.06.2021OuvirJá sabemos que o consumo de frutas e legumes da época é a opção mais sustentável, mas e quando não conseguimos consumir esses alimentos e os queremos conservar evitando o desperdício?
Hoje vamos dar-lhe uma dica de como conservar esses alimentos para os manter por mais tempo, de modo a reduzir os desperdícios, os custos económicos e ambientais, aumentando o tempo de vida dos alimentos.
-
Imagem
Saber mais sobre o solo14.06.2021OuvirO que é que sabe sobre o solo que pisamos?
O solo é essencial para os processos de sustentação da vida no nosso planeta. Fornece os alimentos que cultivamos e comemos, rações, tecidos, madeiras e serviços importantes para os ecossistemas.
O solo é um organismo vivo: podem existir mais de 10 biliões de organismos (como bactérias, insetos, aranhas, vermes, etc.) numa mão cheia de solo. Mais do que o número de humanos no planeta!
Mas o solo é um recurso finito e um sistema altamente dinâmico e frágil.
Sabia que pode demorar até 1.000 anos para produzir 1 cm de solo?
-
Imagem
Saber mais sobre o solo14.06.2021OuvirO que é que sabe sobre o solo que pisamos?
O solo é essencial para os processos de sustentação da vida no nosso planeta. Fornece os alimentos que cultivamos e comemos, rações, tecidos, madeiras e serviços importantes para os ecossistemas.
O solo é um organismo vivo: podem existir mais de 10 biliões de organismos (como bactérias, insetos, aranhas, vermes, etc.) numa mão cheia de solo. Mais do que o número de humanos no planeta!
Mas o solo é um recurso finito e um sistema altamente dinâmico e frágil.
Sabia que pode demorar até 1.000 anos para produzir 1 cm de solo?
-
Imagem
Green week UA07.06.2021Ouvirá ouviu falar da GreenWeek, ou em português “Semana Verde Europeia”?
Uma semana criada no inicio de Junho, entre os dias 31 de maio e 4 de junho, com o intuito de alertar para as questões ambientais, e este ano subordinada ao tema “Ambição de poluição zero”.