Dia da Terra
Sabia que o Dia da Terra foi criado pelo senador norte-americano Gaylord Nelson? Preocupado com a degradação do ambiente e conservação da biodiversidade, liderou um movimento ativista para a criação de uma agenda ambiental, levando à mobilização dos estudantes das universidades dos EUA que culminou com a primeira manifestação do Dia da Terra, no dia 22 de Abril de 1970.
Esta iniciativa levou o governo dos Estados Unidos a criar a Agência de Proteção Ambiental e à aprovação de leis destinadas à proteção do meio ambiente.
Atualmente, mobiliza mais de mil milhões de pessoas em mais de 190 países e as nações unidas assinalam oficialmente o Dia Internacional da Mãe Terra desde 2009.
Em 2022, o Dia da Terra tem como lema “Investir no nosso planeta” e pretende motivar mais de 1 bilhão de pessoas, governos, instituições e empresas que participam no Dia da Terra a reconhecer nossa responsabilidade coletiva e ajudar a acelerar a transição para uma economia verde justa e próspera para todos.
Agora é o momento de preservar e proteger a nossa saúde, as nossas famílias, os nossos meios de subsistência, procurando investir na defesa do planeta.
Para mais informações sobre o Dia da Terra 2022 e como participar ativamente, visite a página web em earthday.org
Este podcast tem áudios Registe-se para ouvir.
Episódios
-
Imagem
O que é isso de economia circular?18.03.2019OuvirEconomia Circular é um conceito complexo que assenta na redução, reutilização, recuperação e reciclagem de materiais e energia.
Inspira-se na natureza e no modo como ela gere a longo prazo os recursos, num processo contínuo de regeneração.
Mas economia circular é mais do que gerir convenientemente os resíduos ou desperdícios.
A economia circular:
- passa por adotar novos modelos de negócio, por exemplo, em vez de comprar um corta-relvas, um berbequim ou mesmo um carro, alugar os equipamentos pelo tempo que precisamos.
-
Imagem
Projeto Claircity – como podemos nós melhorar a qualidade do ar que respiramos11.03.2019OuvirProjeto ClairCity – como cada um de nós pode melhorar a qualidade do ar que respiramos
A Poluição atmosférica é o fator ambiental com maior impacto na saúde humana em Portugal e no mundo. Cada um de nós contribui diretamente no seu dia-a-dia para este problema, com as escolhas que fazemos e os comportamentos que adotamos. Mas cada um de nós pode ser parte da solução para melhorar a qualidade do ar e reduzir a pegada de carbono.
-
Imagem
Poluição concelho de Ílhavo04.03.2019OuvirSegundo a OMS, nos últimos anos, pelo menos quinze locais em Portugal ultrapassaram o nível máximo de concentração de partículas finas inaláveis, que não deve ser superior a 10 microgramas por metro cúbico de ar. Um destes locais foi Ílhavo, com valores médios anuais de 12 microgramas por metro cubico.
Estas partículas minúsculas entram nos pulmões e no sistema cardiovascular, causando doenças potencialmente mortíferas como derrames cerebrais, ataques de coração, obstruções pulmonares e infeções respiratórias.
-
Imagem
Lareiras domésticas e poluição atmosférica25.02.2019OuvirAs partículas inaláveis constituem um dos poluentes atmosféricos mais nocivos para a saúde. Sabia que, além de monóxido de carbono, as lareiras emitem elevadas quantidades de partículas? Numa sala com lareira, os níveis de partículas podem ser até 12 vezes superiores aos observados numa sala sem lareira. Permanecer numa sala com uma lareira acesa durante 3 horas equivale a fumar 16 cigarros. Por isso, proteja a sua saúde. A divisão onde a lareira está instalada deve estar bem ventilada e deve haver boa tiragem para os fumos.
-
Imagem
Consumo Responsável18.02.2019OuvirA ONU em 2015 estabeleceu 17 objetivos para o desenvolvimento sustentável, e o consumo responsável aparece em décimo segundo. O objetivo é fazer escolhas de consumo que minimizem a utilização de recursos naturais, produzam menos resíduos e menos poluição da água e do ar. Ao fazermos consumo responsável estamos a proteger o ambiente e a permitir que as próximas gerações tenham a mesma qualidade de vida que temos atualmente.
E você? Já pensou no seu consumo, é responsável ou irresponsável?