As cidades europeias estão preparadas para a crise climática?

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Dia Mundial do Ambiente no DAO
01.09.2025

As alterações climáticas já não são uma ameaça distante — são uma realidade presente. Ondas de calor mais intensas, inundações frequentes, secas prolongadas... e grande parte da população vive em cidades. Mas será que as nossas cidades estão preparadas?

Mitigar ou adaptar: qual a diferença?

Mitigação significa reduzir as causas das alterações climáticas — por exemplo, cortar nas emissões de gases com efeito de estufa, apostar em energias renováveis ou tornar os edifícios mais eficientes.

Adaptação é preparar-se para lidar com os impactos já inevitáveis — como criar zonas de sombra, reforçar o sistema de drenagem para evitar cheias ou desenvolver alertas para ondas de calor.

O problema? Muitas cidades focam-se apenas na mitigação, quando os impactos já estão a acontecer. Mitigar é essencial, mas adaptar-se é urgente.

A cidades europeias enfrentam vários desafios:

Centros urbanos com pouco espaço verde e muito betão, que aumentam o calor

Infraestruturas antigas, pouco preparadas para fenómenos extremos

Desigualdades sociais que tornam algumas populações mais vulneráveis

Então o que é que precisa de mudar?

Mais soluções baseadas na natureza, como parques e telhados verdes

Transportes públicos e bicicletas como alternativas reais ao carro

Planos de emergência climática locais e políticas que envolvam os cidadãos

Investimento em justiça climática, para que ninguém fique para trás

As cidades europeias têm os meios e o conhecimento. Mas será que têm a vontade política e a urgência necessária?

A crise climática já está aqui, preparar as cidades para o futuro começa hoje.

Diana Patoilo

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Ambiente um minuto
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Horário11:00às11:00

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    Dia Mundial do Ambiente no DAO
    Impactos ambientais de estruturas de energias renováveis: energia biomassa
    03.03.2025

    A energia de biomassa converte materiais orgânicos (resíduos florestais, agrícolas ou industriais) em energia elétrica ou térmica. Tem muitos aspectos positivos, mas tal como todas as formas de energia usada, também conseguimos identificar impactos menos positivos.

    Impactos negativos:

    Emissões de poluentes atmosféricos: A queima de biomassa pode liberar dióxido de carbono, partículas e compostos tóxicos como óxidos de azoto e enxofre, embora em menor escala do que os combustíveis fósseis.

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    Dia Mundial do Ambiente no DAO
    Impactos ambientais de estruturas de energias renováveis: energia geotérmica
    24.02.2025

    A energia geotérmica aproveita o calor do interior da Terra para gerar eletricidade ou aquecer edifícios. É uma fonte constante e previsível, mas os seus impactos dependem do tipo de instalação. Este é uma forma de energia usada por exemplo, nos Açores.

    Impactos negativos:

    Contaminação de águas subterrâneas: A extração de fluidos geotérmicos pode liberar minerais e gases tóxicos, contaminando aquíferos.

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    Dia Mundial do Ambiente no DAO
    Impactos ambientais de estruturas de energias renováveis: energia eólica
    17.02.2025

    Esta semana vamos continuar a nossa análise sobre os impactos ambientais das grandes estruturas de produção de energias renováveis. Começamos pela energia fotovoltaica e hidroelétrica, falta ainda analisar as infraestruturas de produção de energia eólica, geotérmica, de biomassa e marinha. Hoje, falamos da energia eólica, que utiliza turbinas para converter a energia cinética do vento em eletricidade. É uma das fontes mais limpas de energia renovável, mas as suas infraestruturas apresentam impactos específicos.

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    Dia Mundial do Ambiente no DAO
    Impactos ambientais de estruturas de energias renováveis: parques fotovoltáicos
    03.02.2025

    Estas próximas semanas, vamos explorar os impactos ambientais das grandes estruturas de produção de energias renováveis, como os parques solares em desertos e as grandes barragens hidroelétricas. Embora essas infraestruturas contribuam para a produção de energia limpa, também têm impactos ambientais significativos. Os parques solares em desertos, como os existentes no Sahara ou na Califórnia, utilizam áreas vastas para captar a luz solar e convertê-la em energia elétrica.

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