Aumento do custo do gás: como reduzir consumo?
O aumento anunciado do preço do gás leva-nos a todos a pensar em adotar medidas de poupança, certo? E é possível, acredite! O consumo de gás é feito sobretudo na cozinha e na casa-de-banho e na hora de poupar existem pequenos gestos que fazem toda a diferença:
- Na cozinha utilize o gás o menor tempo possível. Por ex antes de acender o fogão ou o forno a gás tenha tudo preparado: legumes cortados, refogado a postos, peixe e carne temperados.
- Cozinhe sempre num queimador adequado ao tamanho da panela, um queimador grande para um tacho pequeno não vai cozinhar mais depressa e grande parte da energia é desperdiçada.
- Para acelerar a fervura, o melhor é usar uma tampa: aproveita melhor a energia do gás e ferve em menos tempo.
- A chama deverá ser azul, se a cor da chama for amarela ou laranja significa que o seu fogão tem obstrução nas passagens de ar ou de gás e estará a desperdiçar energia.
- Use e abuse da panela de pressão, necessita de menos gás para aquecer e cozinha os alimentos mais rapidamente.
- Desligue o fogão ou forno um pouco antes do tempo de confeção. O calor acumulado é suficiente para terminar a confeção.
- Já na casa de banho, evite banhos de imersão e opte por um duche rápido. E não se esqueça de desligar a água enquanto se ensaboa.
- Diminua a temperatura da água na caldeira e no esquentador, evite adicionar muita água fria. Assim diminui o consumo de gás e de água.
Estamos certos que se seguir estes conselhos vai poupar na carteira e… no ambiente!
Diana Patoilo
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45 anos de Ambiente na UA02.01.2023OuvirA Universidade de Aveiro completa 50 anos em 2023, uma data de aniversário que não pode nem vai ficar por celebrar e serão várias as formas ao longo do ano!
E um dos primeiros cursos e Departamentos desta universidade também está de parabéns pelos seus 45 anos…é verdade, o primeiro curso de Engenharia do Ambiente em Portugal foi aberto aqui na UA!
Os 45 anos do DAO - Departamento de Ambiente e Ordenamento – vão também ser celebrados de forma intensa com algumas atividades que podemos já desvendar.
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Ano novo mais sustentável26.12.2022OuvirComeçou um novo ano, e com ele 365 novas oportunidades para fazer a diferença todos os dias! Não lhe damos 365 ideias, mas ficam algumas dicas para que possa fazer a diferença:
1.Diminua o desperdício na cozinha: Planeie as suas refeições; reutilize as sobras para fazer novos pratos e use os excessos para fazer compostagem.
2. Faça você mesmo: Dê asas à sua criatividade e transforme aquilo que podia ser inútil para produzir peças únicas de decoração, de roupa ou mesmo para brincar.
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Natal Sustentável19.12.2022OuvirJá pensou na grande quantidade de papel, plástico, desperdício alimentar e outros resíduos que produzimos na época natalícia? Pois bem, na verdade, não dá para imaginar.
Todos os anos, em todas as cidades e vilas os contentores do lixo ficam repletos de papel, caixas, embalagens e plásticos, que nem sempre reciclados e acabam por contribuir para mais poluição no nosso planeta Terra.
Mas podemos mudar isto, e começar já hoje a fazer as escolhas certas!
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Pegada de carbono dos cães12.12.2022OuvirSabia que os animais domésticos também têm a sua pegada ecológica?
É verdade! Em média um cão é responsável por 770kg de CO2 por ano. Um cão de grande grande pode chegar a ter uma pegada de 2500 kg por ano! A maior parte desta pegada é causada pela sua alimentação. Felizmente há várias formas de reduzir esta pegada de carbono e tornar o mundo com animais domésticos mais sustentável!
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23 de novembro - Dia da Floresta Autóctone28.11.2022OuvirA Dia da Floresta Autóctone celebra-se a 23 de novembro, esta data foi estabelecida para promover a importância de preservar e plantar espécies que fazem parte do património natural.
Mas o que é a Floresta Autóctone? A Floresta Autóctone consiste numa floresta de árvores originárias do próprio território. Em Portugal, as árvores autóctones representam cerca de 72% da floresta, existem cerca de 103 espécies de árvores autóctones, mas apenas quatro espécies representam 61% da área florestal total em Portugal continental, o pinheiro-bravo, o sobreiro, a azinheira e o pinheiro-manso.