O Município de Ílhavo continua obrigado a priorizar obras de manutenção e restauro em equipamentos municipais.
Garantia deixada pelo presidente da Câmara de Ílhavo na Assembleia Municipal.
Rui Dias respondia às questões dos deputados municipais sobre trabalhos de reabilitação e dúvidas em torno de projetos que mereceram obras recentes.
Depois de quatro anos em que o movimento independente Unir para Fazer realçou a prioridade da governação ao investimento em obras de restauro, devido à falta de manutenção no passado, a nova maioria diz que o ciclo continua em aberto.
Pavilhões, museu marítimo, cais criativo da Costa Nova e piscina municipal estão entre as preocupações.
O caso do pavilhão de Ílhavo é um dos que tem gerado preocupação e dúvidas.
Desde infiltrações decorrentes das mudanças na cobertura, até à inundação do piso devido à subida do caudal de água em zona de atravessamento de vala, continuam as interrogações sobre o que fazer para salvaguardar a estrutura.
A autarquia admite mesmo a possibilidade de elevar a cota do piso.
Depois de quatro anos de debates sobre o estado do património municipal, Rui Dias diz que essa etapa não acabou com a gestão do movimento independente, entre 2021 e 2025, e vai continuar durante os próximos anos (com áudio)