Artur Silva quer pólos da UA na China e em África.
O futuro reitor assume a internacionalização como prioridade para o mandato 2026-2030.
Em dia de audiência pública para a eleição, perante o Conselho Geral, o único candidato falou das linhas estruturantes da sua visão para a academia.
Quer fomentar a investigação com estímulo a projetos transdisciplinares.
Comunicação interna e externa, institucionalizar a cooperação com a sociedade civil, simplificar a mediação com plataforma de visibilidade e competitividade científica, o lançamento de um instituto para a cooperação com a sociedade civil e a captação de fundos para a investigação formam algumas das linhas de ação apresentadas esta manhã.
Com a Universidade de Aveiro suficientemente maturada nos seus processos de certificação, o futuro reitor aponta para a coesão institucional.
Afirma que partindo da base existente vai procurar consolidar a afirmação da UA no contexto nacional e internacional.
O também responsável pelo Centro Académico Clínico, deixa ainda claro que que pretende deixar marca na área da saúde (com áudio)
Paulo Macedo elogia a base de trabalho criada pela UA ao longo dos anos.
O administrador da Caixa Geral de Depósitos, presidente do Conselho Geral, quis saber qual o legado que Artur Silva pretende deixar na academia no final do seus mandato ou mandatos (com áudio)
Na resposta, o candidato assumiu que pretende deixar um legado ao nível das condições de vida da população alicerçada na capacidade científica a UA (com áudio)
Audiência pública foi conduzida por Paulo Macedo, presidente do Conselho Geral, órgão que reuniu logo de seguida para a Votação Final.
Artur Silva, de 62 anos, tem um histórico na academia desde os anos 80 no departamento de química e experiência de Reitoria tendo integrado as equipas do Reitor Paulo Jorge Ferreira.
É reconhecido como gestor do centro académico clínico Egas Moniz.