O voto de qualidade do presidente da Câmara de Aveiro viabilizou a entrega de pelouros ao vereador do Chega numa reorganização que está a provocar agitação política em Aveiro.
Diogo Machado, Vereador do Chega, fica a tempo inteiro no executivo municipal.
Para já não se sabe com que pelouro. Proteção Civil e Segurança são possibilidades.
Situação consumada esta manhã em reunião de Câmara à porta fechada.
O PS votou contra a entrega do regime a tempo inteiro e a vereadora do CDS, Ana Cláudia Oliveira, que integra a maioria da AD, absteve-se na votação.
Além do Presidente, os vereadores Rui Santos e Pedro Almeida (independente) e Diogo Machado (Chega) votaram a favor.
O CDS-PP absteve-se mas deixou claro que o fez para garantir a estabilidade política em Aveiro.
E exigiu a “manutenção integral” do programa eleitoral da “Aliança com Aveiro” e a “continuidade das prioridades estratégicas do executivo”.
Ana Cláudia Oliveira mostra "cartão amarelo" a Luís Souto pela forma geriu o processo ignorando o parceiro de coligação.
Abre-se uma fratura na maioria com a vereadora do CDS a lembrar que esta é uma “alteração ao modelo de governação sufragado pelos Aveirenses”.
O PS que inicialmente tinha apontado para a abstenção para evitar uma crise política, acabou por votar contra essa entrada do Chega em funções executivas.