Luís Souto Miranda assume ambição de criar de Centro de Energias Oceânicas em Aveiro.

Luís Souto Miranda defende a ambição de criar de um Centro de Energias Oceânicas em Aveiro.

Presidente da Câmara de Aveiro assumiu o desafio na sessão de abertura do IV encontro “Energia e Território”, que decorreu em Aveiro, no passado dia 5 de Novembro, destacando o papel do Município como referência nacional na transição energética.

Além do autarca, a sessão contou com o Secretário de Estado Adjunto e da Energia, Jean Barroca, e o Presidente da E-REDES, Carlos Santos.

Luís Souto Miranda aproveitou este IV Encontro Energia e Território para abordar, também, as principais linhas de ação do Município para os próximos anos, com enfoque em medidas como a criação de Comunidades de Energia Renovável; a produção de energia limpa em edifícios públicos; os incentivos à mobilidade sustentável, premiando os munícipes e entidades que optem por modos de transporte mais ecológicos; a resiliência da rede elétrica; e o uso da cidade como laboratório vivo, através da Aveiro Tech City, para testar novas soluções energéticas e ambientais.

O Presidente da CMA destacou, ainda, a vontade de promover, em parceria com a Universidade de Aveiro, a criação de um Centro de Energias Oceânicas, dedicado ao desenvolvimento de tecnologias baseadas nas ondas, marés e vento offshore.

Na sua intervenção, sublinhou que a escolha de Aveiro para a realização deste IV Encontro “não foi casual”, recordando que a cidade “reúne condições únicas para liderar a transição energética e responder, com ambição e pragmatismo, aos desafios climáticos, tecnológicos e sociais do nosso tempo.”

“Aveiro quer ser referência nacional em gestão energética”, referiu o autarca, reforçando que “temos uma universidade de excelência, um tecido empresarial inovador, um ecossistema tecnológico único e, sobretudo, uma vontade política firme”.

O Presidente da CMA reforçou ainda que “a transição energética só é válida se for justa e inclusiva”, destacando a prioridade às freguesias, pequenas empresas e comunidades mais vulneráveis, e o investimento em literacia energética.