O Município de Aveiro responde às queixas da ADASCA sobre o acesso ao mercado de Santiago.
Esclarece que, no âmbito da empreitada de requalificação do Mercado de Santiago, foi necessário “interditar o acesso ao interior do edifício, incluindo às lojas utilizadas por associações, por razões exclusivamente relacionadas com a segurança de pessoas, decorrentes da evolução dos trabalhos”.
As associações utilizadoras foram previamente informadas da necessidade de proceder à retirada de todos os bens e equipamentos das respetivas lojas até ao final do primeiro trimestre, em função do planeamento da empreitada.
“A reunião realizada no passado mês de março teve precisamente como objetivo reforçar essa informação, explicar os condicionamentos associados à evolução da obra e esclarecer as implicações decorrentes para a utilização dos espaços”.
A interdição do acesso manter-se-á enquanto as condições de segurança o exigirem, em função da evolução da empreitada.
Relativamente às situações das associações que possam ter necessidades específicas, o Município de Aveiro firma estar a analisar, caso a caso, as situações apresentadas, “procurando encontrar as soluções mais adequadas dentro das possibilidades existentes”.