Valor Patrimonial Tributário: a base fiscal dos imóveis
O Valor Patrimonial Tributário constitui a avaliação oficial de um imóvel para efeitos fiscais, servindo de base a impostos como o IMI ou o IMT. O cálculo deste valor conjuga vários indicadores, de onde se destacam o valor base dos prédios edificados e a área bruta de construção, ajustados por coeficientes multiplicativos de localização, tipo de utilização, qualidade e conforto. Um dos elementos mais dinâmicos deste cálculo é o coeficiente de vetustez, que ajusta o valor do imóvel à sua antiguidade. O proprietário detém o direito de solicitar uma reavaliação gratuita do imóvel a cada 3 anos, no entanto a Autoridade Tributária procede à atualização automática do VPT na mesma base trienal, aplicando coeficientes de desvalorização da moeda para manter o valor do imóvel atualizado. A solicitação de reavaliação exige prudência, pois a atualização de indicadores como o coeficiente de localização ou o custo de construção pode resultar num agravamento do imposto em vez da redução pretendida, recomendando-se o recurso prévio ao simulador de IMI disponibilizado no Portal das Finanças.
Episódios
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Dicas para poupar na conta do supermercado (I)11.05.2023OuvirO aumento do custo de vida reforçou a necessidade de recordar alguns conselhos úteis na ida ao supermercado. Um conselho simples é fazer uma lista de compras. Parece uma banalidade, mas é a melhor forma de prevenir gastos para além do que é realmente preciso. Para elaborar a lista de produtos necessários é importante fazer uma vistoria prévia à despensa e ao frigorífico, verificar prazos de validade e manter a lista ativa para ir preenchendo à medida que que os produtos vão terminando.
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Como evitar o sobreendividamento12.04.2023OuvirDe uma forma geral, o sobreendividamento acontece quando o rendimento disponível não chega para fazer face aos gastos essenciais e ao cumprimento de obrigações de crédito. Este fenómeno tende a agravar-se quando tudo fica mais caro e os rendimentos não acompanham a inflação e o crescimento das taxas de juro.
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Na Páscoa também se pode poupar06.04.2023OuvirSempre que se aproxima uma época festiva, como é o caso da Páscoa, todos nós corremos dois riscos: engordar e emprobrecer! Aprender a fazer uma boa gestão das finanças pessoais pode bem ser uma solução para ambos os problemas, evitando excessos e desperdícios e, ainda assim, aproveitar bons momentos em família ou com amigos. O conselho principal é simples e básico: definir um teto máximo de gastos em função do que está previsto no orçamento familiar e manter o foco para que esse teto não seja ultrapassado.
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Projeto CARE28.03.2023OuvirNunca é demais lembrar que os consumidores não têm apenas direitos, e que devem basear as suas decisões de consumo em comportamentos responsáveis. Um consumidor responsável orienta-se por 2 ideias-chave: consumir menos, ponderando se é ou não necessário adquirir aquele bem ou serviço, e consumir melhor, da forma mais consciente, crítica, solidária e sustentável possível. Neste contexto surge o projeto internacional CARE, financiado por fundos comunitários, que visa promover mudanças comportamentais nas preferências, hábitos de consumo e estilos de vida dos consumidores.
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Os 7Rs do consumo responsável27.03.2023OuvirSe até há pouco tempo a aposta na mudança de comportamentos assentava nos 3Rs - reduzir, reutilizar e reciclar, hoje procura-se uma abordagem mais abrangente, que exige uma reflexão sobre hábitos do quotidiano com o objetivo de reduzir excessos, evitar o desperdício e diminuir a pegada ecológica.