Depósitos a prazo: uma alternativa para rentabilizar poupanças
Os depósitos a prazo ainda são uma forma simples de rentabilizar poupanças, garantindo a devolução do capital acrescida de juros, após um período de imobilização. A segurança destes produtos é dada pelo Fundo de Garantia de Depósitos, que protege até 100 mil euros por depositante e por instituição. Antes de subscrever, é essencial analisar a Ficha de Informação Normalizada (FIN), que detalha direitos e obrigações das partes envolvidas. Os depósitos simples podem ter taxa fixa, oferecendo previsibilidade; variável, indexada a referenciais como a Euribor; ou progressiva, com juros crescentes ao longo do tempo. O juro pode ser simples, calculado apenas sobre o capital inicial, ou composto, incorporando a capitalização dos juros. Nos depósitos estruturados, o rendimento é incerto, dependente da evolução de outros ativos, como índices bolsistas ou ações. A comparação de alternativas deve ter como referência a Taxa Anual Efetiva Líquida (TAEL), que reflete a capitalização deduzida da retenção fiscal.O prazo deve ser adequado às necessidades de liquidez, evitando a mobilização antecipada e consequente perda de juros.
Episódios
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Simulador gratuito do orçamento familiar14.05.2024OuvirPor diversas vezes foi aqui feita referência à importância da elaboração de um orçamento familiar para um melhor controlo das finanças pessoais. Quando a desculpa é a falta de tempo, o recurso a simuladores pode ser a solução. No Portal Todos Contam está disponível um simulador do orçamento familiar de utilização gratuita, bastante completo e intuitivo.
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Spread base x spread contratado13.05.2024OuvirO spread é uma das componentes da taxa de juro associada aos créditos à habitação. Definido no início do contrato, trata-se de uma percentagem fixa e representa o ganho do banco na concessão do crédito, sendo possível distinguir entre o spread base e o spread contratado. O spread base é a margem de lucro do banco sem que estejam associados ao contrato de crédito quaisquer outros produtos ou serviços, pelo que tendencialmente corresponde ao spread máximo a ser aplicado no crédito à habitação.
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Renegociação do crédito à habitação10.05.2024OuvirPor norma, o crédito à habitação é a despesa mais duradoura e com maior peso e no orçamento familiar. A boa gestão deste encargo é determinante para a saúde das finanças pessoais, pelo que a renegociação do crédito à habitação deve ser ponderada aos primeiros sinais de que esta despesa é demasiado pesada na carteira. O processo de renegociação deste crédito é gratuito e pode ocorrer sempre que necessário ao longo do prazo do contrato.
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Conselhos da CMVM para quem quer começar a investir08.05.2024OuvirComeçar a investir, apesar de aliciante, é um desafio para quem não tem os conhecimentos necessários. Para ajudar a tomar boas decisões a Comissão do Mercado de Valores Mobiliários, a CMVM, elaborou uma lista de conselhos aos investidores menos experientes. Antes de investir, é importante certificar que o intermediário está registado para garantir a sua fiabilidade. É também necessário assegurar a qualidade da informação, lendo os documentos que descrevem o instrumento financeiro e percebendo o risco associado.
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Subsídio de alimentação em cartão ou dinheiro?07.05.2024OuvirO subsídio de alimentação é um benefício social pago mensalmente aos trabalhadores por conta de outrém. O valor diário é definido pelo empregador e multiplicado pelos dias de trabalho efetivo no mês, sendo um benefício que tanto pode ser pago em cartão como em dinheiro juntamente com o ordenado. O pagamento em cartão de refeição funciona como um cartão pré-pago, com a desvantagem de só poder ser utilizado para pagamentos em estabelecimentos aderentes, como restaurantes, cafés ou supermercados, não sendo possível utilizar o subsídio para outros fins.