Verão Quente de 1975 - Um país a ferro e fogo

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Verão Quente de 1975
12.08.2025

Verão Quente de 1975. Um país a ferro e fogo. 

Portugal vive o seu PREC (Processo Revolucionário em Curso). Manifestações quase diárias, Greves, Saneamentos, Ocupações, Reforma Agrária, Comícios, Ataques, Golpes e Contragolpes, Instabilidade Política e Militar, Descolonização e Independências. Tudo isto e muito mais marca o ano de 1975, e dá a imagem de um país em mudança, mas também profundamente dividido.
50 anos volvidos sobre o Verão Quente, Nuno Alexandre, Estudante de História na FLUC, dá-nos uma breve explicação sobre os acontecimentos de 75, um dos períodos mais importantes da História da Revolução de Abril.

Ficheiro de áudio
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Conversas da Manhã
Autor
Maria João Azevedo
Horário10:00às09:40

Episódios

  • O Último Moleiro do Rio”, de Armando Carvalho Ferreira
    07.04.2017

    Neste Dia Nacional dos Moinhos conversámos com Armando Carvalho Ferreira autor do livro “O Último Moleiro do Rio”, de , vai ser apresentado na Biblioteca Municipal de Albergaria-a-Velha no próximo sábado, 8 de abril, pelas 17h00.

    A primeira obra de ficção do autor conta com o apoio da Câmara Municipal e da Rede Portuguesa de Moinhos, estando o lançamento integrado nas comemorações do terceiro aniversário da Rota dos Moinhos de Albergaria-a-Velha.

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  • Atualiza-te
    03.04.2017

    Conversámos com Marta Jordão sobre mais uma edição do Atualiza-te, dias 5 e 6 na Universidade de Aveiro.

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  • Férias Ativas da Páscoa 2017 Estarreja
    30.03.2017

    Conversámos com o Engº. Adolfo Vidal sobre as Férias Ativas da Páscoa 2017: Inscrições abertas.

    Passa umas férias divertidas! As Férias Ativas da Páscoa decorrem entre 5 a 18 de abril. As inscrições estão abertas até dia 31 de março.

    Pensados para o público-alvo a que se destinam, os planos de atividades compreendem a realização de atividades culturais, recreativas e desportivas. Constitui um importante apoio às famílias durante as interrupções letivas.

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  • ADIG - Dr. Humberto Rocha
    29.03.2017

    Só passados 4 meses, após o desastre ambiental, a bacia da Marina da Gafanha da Nazaré, voltou a ver as taínhas passearem nas calmas águas da Ria. No dia 27 de Dezembro de 2016 as águas apresentavam o aspeto desolador de milhares de peixes mortos, boiando ou assentes no leito da Ria. Conversámos com o Dr. Humberto Rocha, da ADIG a Associação para a Defesa dos Interesses da Gafanha da Nazaré.

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